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Petroleiros caminham para greve

 

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizou entre os dias 3 e 6 de agosto seu 17º Congresso Nacional em Salvador. Com o tema “Privatizar faz mal ao Brasil”, o congresso teve cerca de 500 participantes, entre delegados e observadores de mais de 13 estados do país, do Amazonas ao Rio Grande do Sul.

 

O evento conta apoio e participação ampla de setores da esquerda brasileira. Durante os quatros dias, estão reunidos movimentos populares, partidos e sindicatos que se colocam como aliados da categoria na luta contra o desmonte da Petrobras, que vem sendo ameaçada através da venda de campos terrestres, plataformas e refinarias.

 

Davina Valentin da Silva, petroleira aposentada da Petrobras e diretora do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo, falou sobre a luta histórica da categoria, que em 1995 realizou uma grande greve de mais de 30 dias, responsável por barrar a privatização da empresa. “Foi nesse momento da greve que fui impulsionada a aderir ao movimento”, pontua Davina, que iniciou na militância social ainda no período da ditadura militar, participou de brigadas de solidariedade fora do Brasil. 

 

José Maria Rangel, Coordenador da FUP, acredita que nesse cenário de desmonte de uma das maiores empresas estatais do Brasil, são grandes as tarefas de luta e resistência. “A importância desse congresso está em identificarmos os motivos e as consequências do golpe para a classe trabalhadora brasileira. E em tirarmos daqui encaminhamentos no enfrentamento a esse golpe, que deve ser uma greve com o objetivo de barrar esse processo de privatização da Petrobras”, aponta Rangel.

Além de um plano de lutas com o objetivo de impedir a privatização da Petrobras, o congresso elegeu uma nova diretoria pelos próximos três anos.

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