Editor Responsável: Luiz Augusto Erthal.

Redação e Comercial: Rua Santa Clara, 32, Ponta d'Areia, Niterói, RJ

CEP 24040-050 | (21) 2618-2972 | jornaltodapalavra@gmail.com

Os conceitos emitidos nas matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do jornal. As colaborações, eventuais ou regulares, são feitas em caráter voluntário e aceitas pelo jornal sem qualquer compromisso trabalhista. © 2016 Mídia Express Comunicação.

A equipe

Editor Executivo: Luiz Augusto Erthal. Editor Rio: Vanderlei Borges. Editor Niterói: José Messias Xavier. Editores Assistentes: Apio Gomes e Osvaldo Maneschy. Editor de Arte: Augusto Erthal. Financeiro: Márcia Queiroz Erthal. Circulação, Divulgação e logística: Ernesto Guadalupe.

Uma publicação de Mídia Express 
Comunicação e Comércio Ltda.
Rua Santa Clara, 32, Ponta d’Areia, Niterói, Est. do Rio,

Cep 24040-050. 
Tel.: (21) 2618-297

jornaltodapalavra@gmail.com

  • contact_email_red-128
  • Facebook - White Circle
  • Twitter - White Circle

Comandante pede exoneração

 

O secretário de Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Ronaldo Alcântara, pediu exoneração do cargo na tarde desta terça-feira (12) após a operação que prendeu bombeiros militares envolvidos em um esquema de venda de alvarás para funcionamento de estabelecimentos comerciais, casas de espetáculos e até estádios de futebol. A informação foi confirmada pelo Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Dois assessores diretos do secretário de Defesa Civil estariam envolvidos no esquema. O atual subcomandante-geral e chefe do Estado-Maior Geral, coronel Roberto Robadey, responderá pelo comando da corporação, bem como pela secretaria de Estado de Defesa Civil, por determinação do governador.

 

A Secretaria de Defesa Civil vai divulgar um comunicado sobre o pedido de exoneração do secretário ao governador Luiz Fernando Pezão.

 

Até o momento, já foram cumpridos 34 dos 38 mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. A ação foi realizada nas casas dos suspeitos, quarteis do Corpo de Bombeiros e sede de empresas envolvidas.

 

Os dois assessores do secretário indicavam os comandantes das unidades, que contavam com a participação dos bombeiros lotados no setor de Engenharia, além de bombeiros da reserva e civis, que intermediavam os pagamentos das propinas pagas por empresários para obtenção do documento que permitia o funcionamento do empreendimento.

 

Fluminense

 

Na ação, foi identificada também a falta de um documento para liberação, no ano passado, do Estádio Giulite Coutinho, do clube América, em Edson Passos, na cidade de Mesquita, na Baixada Fluminense. O estádio era usado pelo Fluminense.

O Fluminense informou, por meio de nota, que" jamais se valeu de práticas ilegais e nem se utilizou de vantagens indevidas com qualquer órgão público. O clube repudia atitudes irregulares em todas as suas formas e preza pelo cumprimento da legislação em vigor. O Fluminense sempre cumpriu todas as exigências necessárias para atuar dentro da normalidade. A instituição se coloca à disposição para o que for necessário".

Please reload

Leia também:
Please reload