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Juros do cartão de crédito e cheque especial levam brasileiros a aplicativo de ajuda financeira cole


O cenário brasileiro de crise financeira gera preocupação, mas também estimula a criatividade e a economia colaborativa. Um aplicativo que chega ao mercado nacional conecta pessoas para que se ajudem financeiramente. Esta modalidade de empréstimo coletivo é ainda novidade no Brasil, mas na Europa já funciona há alguns anos e é conhecida pelo nome de peer-to-peer Lending , ou P2P. O Banklike une quem dispõe de recursos para investir àqueles que estão precisando de meios para quitar dívidas que aumentam sob altos juros, abrir um pequeno negócio ou, simplesmente, pagar as contas. No último mês, a procura foi maior cerca de 30% e incluiu pessoas da classe B, que buscaram até R$ 10 mil de empréstimo. As taxas da fintech chegam a menos da metade das taxas cobradas pelos bancos em algumas operações. Outra vantagem é a facilidade para pequenas e médias empresas obterem crédito para alavancar projetos, sem as dificuldades dos “mercados de investimento”.

O Banklike segue a mesma linha de serviços como Uber, Doghero, Airbnb e Dinner: conecta diretamente oferta e demanda, dispensando a necessidade de instituições intermediárias. E neste encontro tecnológico, os dois lados são beneficiados. A promessa do Banklike é de uma operação rápida e sem burocracia. O interessado tem que baixar o aplicativo (disponível para iOS e Android) - https://banklike.com/- no smartphone, preencher o cadastro e definir o valor e em quantas vezes quer pagar. A compra das moedas (batizadas de Likes) é feita via cartão de crédito e elas serão convertidas em real e creditadas na conta corrente do beneficiado em até cinco dias úteis. O valor pode ser quitado em até 12 parcelas. Quando a situação econômica deste usuário melhorar, o mesmo cadastro utilizado para requerer ajuda financeira pode transformá-lo em um investidor.

A ideia surgiu de uma experiência pessoal. Charles Marques, um dos criadores do app, precisava de verba para viabilizar um contrato da sua empresa de eventos. As fontes tradicionais de crédito que dispunha, no entanto, demandavam um processo demorado e cobravam altas taxas de juros. A saída? “Busquei alguns amigos e ofereci uma remuneração bem acima do que receberiam em suas aplicações. Mesmo com esta vantagem oferecida a eles, as taxas pagas por mim seriam mais baixas do que as que eu pagaria no mercado”, conta Charles. Além disso, sem a burocracia dos processos usuais, o dinheiro ficou rapidamente disponível. “Tudo correu bem e eu pensei: 'Se eu pudesse ampliar esta fórmula com segurança, ajudaria outras pessoas. Minha ideia sempre foi ter pessoas ajudando pessoas”'. Assim surgiu o Banklike.

A fórmula deu certo e expandiu. Hoje, o aplicativo já tem usuários, em mais de 100 municípios e um fila com mais de 1,5 mil investidores. “Desde do início, o que mais me atraiu nesta iniciativa foi poder ajudar diretamente outras pessoas. Além disso, as taxas são mais vantajosas do que a maioria das aplicações financeiras, e pelo que analisei o risco é zero”, conta um dos investidores, o bancário Luiz Antônio Costa, de Brasília. Ele descobriu o Banklike por indicação de amigos em redes sociais e decidiu aplicar R$ 1 mil como teste. Gostou tanto que pensa agora em ampliar a verba. “A tendência nos próximos anos será essa: a tecnologia aproximando pessoas”, acredita.

Pessoas como a secretária Gisele Figueiredo. Com a reforma do novo apartamento quase concluída, viu seu dinheiro acabar. A cozinha ficou sem pia e a louça era lavada no tanque. Até que descobriu através de amigos o novo aplicativo. “Bastou ter crédito no cartão. Em três dias o dinheiro que precisava estava na minha conta e pude contratar a mão de obra para instalar a bancada da cozinha”, conta Gisele que recebeu R$ 2.780 que estão sendo pagos em 12 parcelas. Qualquer valor pode ser solicitado. A empregada doméstica Marilda Luiza de Souza precisava de dinheiro para pagar contas do dia a dia. Através do Banklike, solicitou R$ 150 financiados em seis parcelas de R$ 31,25. “Esse valor eu consigo pagar.”, afirma Marilda.

Quem precisa do dinheiro, compra a moeda colaborativa e recebe, de maneira rápida e simples, o valor requisitado que pode ser quitado em até 12 parcelas. Já o investidor multiplica suas moedas com um rendimento superior ao oferecido por aplicações tradicionais. Assim como em outros países do mundo, no Brasil a ajuda financeira entre particulares é permitida, contanto que os valores dos juros mensais não ultrapassem 1% ao mês. É exatamente assim que o aplicativo funciona, ao intermediar as vendas das moedas entre os usuários, é repassado ao investidor 1% ao mês de ganho. Percentual que, mesmo somado aos demais custos administrativos cobrados pelo aplicativo pela intermediação, não impede as operações realizadas entre particulares e continua bem mais atrativo do que as tradicionais.

Não há valores mínimo e máximo. O que estabelece as bases do montante envolvido na transação é o limite que o requisitante tem disponível em seu cartão de crédito. É com o cartão que a compra da moeda do Banklike é efetuada e é também através desta via que as parcelas são pagas. Uma estratégia que dá segurança aos dois lados da negociação. O aplicativo não cobra nenhum valor extra, apenas um percentual que corresponde aos custos operacionais e administração do serviço e que já está embutido em cada operação de compra e venda da moeda. Em breve, as moedas adquiridas via Banklike terão ainda outra função. Através do aplicativo, poderão ser usadas para comprar com desconto, produtos e serviços em uma rede de parceiros comerciais. Uma expansão de benefícios que estimula a economia colaborativa e traz vantagens para todos os envolvidos na negociação.

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