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Bolsonaro nega a vacina contra Covid ao povo brasileiro


O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quarta-feira (21) que já mandou cancelar o protocolo de intenções de compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, e pela farmacêutica chinesa Sinovac. Bolsonaro não conseguiu esconder que o problema é político, em relação ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e ideológico, em relação à China.

"Toda e qualquer vacina está descartada. Tem que ter uma validade da Saúde e uma certificação por parte da Anvisa também", justificou Bolsonaro, sabendo de antemão que não foi assinado nenhum contrato de compra com o governo chinês, sim, um protocolo de intenções, que só seria executado depois de todas as comprovações científicas da eficácia da vacina CoronaVac. Bolsonaro já deixou claro que sua aposta é na vacina ocidental que está sendo desenvolvida pela parceria entre a Universidade de Oxford, do Reino Unido, e a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca com a participação da Fiocruz, não havendo, neste caso, envolvimento de governador ou governadores considerados de oposição a seu governo. Ambas as vacinas estão na terceira fase de testes.

"Houve uma distorção por parte do João Doria no tocante ao que ele falou. Ele tem um protocolo de intenções, já mandei cancelar se ele [Pazuello] assinou. Já mandei cancelar. Já mandei cancelar, o presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade (...) Até porque estaria comprando uma vacina que ninguém está interessado nela, a não ser nós", disse Bolsonaro. Em 11 de setembro, a Veja publicou que "países já pré-compraram 5 bilhões de doses da vacina da Covid-19" da China.

"Uma pessoa [Doria] tentou tirar um proveito político em cima disso, ele tinha uma audiência marcada para hoje com o ministro Pazuello. Ele [Pazuello] passou mal, acho que está baixado no hospital ainda, e depois o Pazuello fez uma videoconferência com alguns governadores onde o Doria entrou no circuito. E o Doria, acabando a videoconferência, correu para a imprensa para falar que ele havia assinado um protocolo para a aquisição de vacina chinesa, essas são as palavras dele", afirmou Bolsonaro, mostrando que há problemas outros.

"Eu não converso com uma pessoa que usou meu nome nas eleições e meses depois começou a me atacar", completou o presidente, mais uma vez tratando de política menor, ante uma questão muito maior: vacina salva vidas.

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