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Bolsonaro propõe mais corte na educação: R$ 1,4 bi


Demonstrando mais uma vez o descompromisso do seu governo com a educação dos brasileiros, o presidente Jair Bolsonaro propôs ao Congresso Nacional um corte de R$ 1,4 bilhão no orçamento do Ministério da Educação com o objetivo de aplicar o dinheiro em obras e em outras ações apoiadas por parlamentares. O MEC recebeu a maior tesourada na proposta de remanejamento de R$ 6,118 bilhões, formalizada na quinta-feira (1º) ao Legislativo.

Pela remanejamento, o Ministério do Desenvolvimento Regional deve receber R$ 2,3 bilhões. O da Infraestrutura ficará com R$ 1,06 bilhão, as maiores fatias. O restante será dividido entre Saúde, Minas e Energia e Agricultura. Parlamentares da base governista, do Centrão, também cobraram maior espaço no Orçamento e ganharam poder para indicar mais de R$ 3 bilhões do crédito, de acordo com reportagem publicada pelo jornal o Estado de S.Paulo.

O corte inicial no MEC seria maior, de R$ 1,57 bilhão. O Ministério da Defesa, que reclamou do possível corte de R$ 430 milhões, perdeu menos R$ 330 milhões. A pasta da Cidadania também reduziu a perda de dinheiro - tesourada de R$ 487 milhões para R$ 385,2 milhões.

Nesta semana, Bolsonaro anunciou a transferência de recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para o novo Bolsa Família, a ser criado com o nome de Renda Cidadã.

Em julho, por ocasião da aprovação do novo Fundeb na Câmara dos Deputados, o governo tentou emplacar, sem sucesso, a transferência de recursos do fundo para o programa então chamado Renda Brasil, o qual Bolsonaro proibiu seus ministros e auxiliares de pronunciar "o nome", agora chamado Renda Cidadã.

Quatro ministros

Antes do pastor e professor Milton Ribeiro, já passaram pelo Ministério da Educação três outros ministros em um ano e 10 meses de governo do presidente Jair Bolsonaro. Antes de Ribeiro, comandaram o MEC Carlos Alberto Decotelli (26 de junho a 1º de julho 2020) - foi nomeado, mas não tomou posse devido polêmicas envolvendo o currículo dele; Abraham Weintraub (abril de 2019 a junho de 2020) - após 14 meses no cargo, saiu fugido do Brasil para os EUA, segundo ele, para "não ir pra prisão", investigado pelo Supremo Tribunal Federal por crime de racismo e ameaças a ministros do tribunal; e Ricardo Vélez Rodríguez (janeiro a abril de 2019) - como Weintraub, seguidor de Olavo de Carvalho, ficou no cargo 3 meses e 1 semana, e caiu após uma disputa entre as alas ideológica e militar dentro do governo.

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