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Calçadão de São Francisco ganha o 'Espaço Boechat'


Iniciativa do vereador Paulo Bagueira (Solidariedade), foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (26/11) a lei 3555/2020 que dá o nome do jornalista Ricardo Boechat ao espaço de convivência localizado junto ao calçadão da Praia de São Francisco. A sanção do Prefeito Rodrigo Neves ao projeto aprovado por unanimidade pela Câmara de Niterói, lembra que o espaço tem como referência o número 251 da Avenida Quintino Bocaiúva, em São Francisco.


Segundo Bagueira a homenagem seguiu orientação dos familiares do jornalista, que gostariam de que a sua memória ficasse perpetuada em um local que ele realmente frequentava e que fosse algo simples e singelo.


“A lei 3555 foi proposta por nosso mandato e teve como princípio na escolha do local, uma indicação da família do grande jornalista Ricardo Boechat, que nos deixou no ano passado de um forma trágica e inesperada. A área que hoje passa a ser denominada Espaço de Convivência Jornalista Ricardo Boechat fica na areia da Praia de São Francisco, local que Boechat viveu desde a sua infância e que continuava a frequentar, mesmo depois de se tornar um dos mais importantes jornalistas do país. Alí ele se reunia com os amigos para jogar futebol de areia, trocar ideias e polemizar sobre os mais diferentes assuntos. A homenagem faz justiça a esse profissional que sempre destacou em todas as suas passagens pela mídia brasileira, do seu carinho, amor e devoção à cidade de Niterói que sua família escolheu para viver. Fico honrado e orgulhoso de ser o autor dessa iniciativa que é singela, mas cercada de um grande significado”, disse o vereador que encerra esse ano o ciclo de sete mandatos consecutivos na Câmara de Niterói, tendo sido eleito vice-prefeito na chapa do pedetista Axel Grael, no último dia 15.


Sobre Boechat


Ricardo Eugênio Boechat, nasceu em Buenos Aires na Argentina, onde seu pai atuava como diplomata, no dia 13 de julho de 1952, mas foi criado, desde a primeira infância, em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro.


Filho do brasileiro Dalton Boechat com a argentina Mercedes Carrascal, Boechat tinha seis irmãos e era pai de seis filhos, dois deles com a também jornalista Veruska Seibel, do seu último casamento.


Iniciou a sua carreira no Diário de Notícias que o indicou para trabalhar como repórter para Ibrahim Sued, ícone do colunismo social na época. “Foi uma coisa decisiva para a minha formação como repórter” – o que era um “bico” se estendeu por 14 anos, disse ele em uma de suas várias entrevistas.


Após uma breve passagem pela coluna do Zózimo, no Jornal do Brasil, Ricardo Boechat foi convidado para trabalhar na tradicional Coluna do Swann, em 1983, no jornal O Globo. Em pouco tempo, passou a assinar suas próprias notas e em 1997, assumiu uma coluna com seu próprio nome: A Coluna do Boechat. Entre 1986 e 1988, escreveu para O Estado de S. Paulo.


Teve duas breves passagens pelo poder público. Durante alguns meses, em 1987, foi Secretário Extraordinário de Comunicação Social do governo Moreira Franco, no Rio de Janeiro. De 1976 a 1979, havia sido assessor de imprensa de Moreira Franco na prefeitura de Niterói e coordenador da campanha dele para o governo do estado em 1982.


No jornalismo recebeu vários prêmios. Entre os mais importantes destacam-se, o Prêmio Esso de Jornalismo dos anos de 1989, 1992 e 2001. O Prêmio Comunique-se dos anos de 2006/2007/2010/2012/2013/2014 e 2017 e o Troféu Imprensa de 2016 como o melhor apresentador de telejornal do país. Também foi premiado, junto com a Jornalista Miriam Leitão como o Jornalista Mais Admirado do país em 2014 e 2015.


Boechat lançou, em 1999, o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história”, que recuperava a memória do famoso hotel carioca e também foi professor universitário desde 1994.


Reconhecido como comunicador altamente adaptável, passou a comandar um programa de rádio na BandNews FM, em 2005, o que lhe deu enorme popularidade e garantiu um público fiel. No ano seguinte, tornou-se o âncora do Jornal da Band, principal telejornal da emissora, onde trabalhou até o dia do seu falecimento, ocorrido no dia 11 de fevereiro de 2019, aos 66 anos, em um acidente de helicóptero, em São Paulo.

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