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Ciro-Lula, uma chapa imbatível, diz João Santana


Responsável pelas campanhas presidenciais de Lula (2006) e Dilma Rousseff (2010 e 2014), o publicitário João Santana declarou na noite de segunda-feira (26) no programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura de São Paulo, que se nas eleições presidenciais de 2022 o PDT e o PT se unirem numa chapa tendo Ciro Gomes (PDT) na cabeça e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva na vice, essa chapa seria eleitoralmente imbatível e repetiria no Brasil o sucesso alcançado na Argentina com a dobradinha de Alberto Fernández, atual presidente, com a ex-presidente Cristina Kirchner.

“Lula seria o melhor perfil de vice que se poderia ter, essa chapa seria imbatível porque seria imitar a solução genial eleitoral, que a Cristina [Kirchner] fez na Argentina”, argumentou Santana na sua primeira entrevista desde que foi preso pela lava jato em 2016 com sua mulher, por caixa 2, e solto por conta de uma delação premiada.

“Se as esquerdas se unirem em torno de Ciro Gomes ele pode ser um candidato extremamente viável”, frisou Santana, embora achando isso difícil porque seria preciso “que as oposições se organizem para fazer isso acontecer”. Na visão dele a saída da esquerda está no pedetista Ciro Gomes porque Lula, que classificou de “personagem único, enorme na história política e eleitoral brasileira”, está numa posição em que não pode perder nem ganhar uma eleição presidencial.

“Lula tem que tirar da cabeça que precisa de um novo banho de urna presidencial para se purificar ou reconstruir a imagem. Ele não precisa disso. Ele não pode perder, porque se perder afunda mais ele e o PT. E não pode ganhar, nesse sentido metafórico que estou usando, porque vai estressar ainda mais o ambiente político”.

O marqueteiro defendeu a honestidade de Lula, três anos depois de tê-los acusado em delação premiada. Ele insinuou que foi forçado a fazer a delação pela Lava Jato comandada por Sergio Moro e Deltan Dallagnol, e disse que a experiência foi uma “descida ao inferno”.

“Não via desonestidade no sentido do uso pessoal. Era um uso de fundo eleitoral. É uma discussão complicadíssima. Mas em nenhum momento, eu falei de Lula e Dilma como pessoas que fossem desonestas”, destacou.

Ele afirmou que o caixa 2 sempre foi “a alma do sistema eleitoral brasileiro”. Segundo Santana, “o caixa dois é uma coisa que domina. O caixa dois foi sempre a alma do sistema eleitoral brasileiro. E era uma coisa geral. E poucos foram punidos”, ressaltou, em sua primeira entrevista desde que fechou o acordo de delação.

Assista o programa na íntegra:


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