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Greve já paralisou 70% da distribuição dos Correios

Atualizado: Ago 20


De acordo com lideranças da categoria, 70% da distribuição dos Correios está paralisada (Fotos Públicas)

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Distrito Federal (SINTECT-DF), Amanda Gomes Corsino, na terça-feira, primeiro dia da greve, o movimento já havia atingido 70% do setor operacional dos Correios, que é o que atua na área de distribuição de encomendas.

“isso é muito positivo porque a área administrativa dos Correios já estava praticamente afastada em trabalho remoto por causa da pandemia. É a primeira categoria a fazer uma greve nacional, uma categoria muito grande e importante. A greve está muito forte e tendo grande repercussão na mídia nacional”, afirmou Amanda Corsino.

De acordo com a liderança dos trabalhadores, a empresa fez uma proposta de nove cláusulas sem nenhuma garantia. Assim, diz Amanda, “a empresa poderá suprimir os benefícios na hora que ela bem entender. Porque se conseguirmos sair deste movimento com a manutenção de todos os nossos direitos será um grande incentivo para todas as demais categorias de trabalhadores do país”.

Destruição de direitos

A CUT e as centrais sindicais emitiram nota de apoio ao movimento grevista dos trabalhadores nos Correios, onde denunciaram a destruição dos direitos e benefícios conquistados ao longo de três décadas.

“A empresa destruiu benefícios conquistados ao longo de 30 anos de luta, como anuênio, vale alimentação, licença-maternidade de 180 dias, creche, auxílio morte e o pagamento de 30% de adicional de risco. Reduziu de 70% para 50% a participação da empresa no financiamento do Plano de Saúde e ainda retirou dependentes como pais e mães. Mais de 15 mil abandonaram o convênio depois que ficou mais caro e restrito”, afirma um trecho do documento.

Em vídeo gravado na terça-feira, o presidente da CUT, Sérgio Nobre, colocou a estrutura da Central à disposição para ajudar na luta e convocou todos os sindicatos, federações e confederações cutistas, em especial as estaduais, entrarem na luta dos trabalhadores dos Correios.

“A categoria precisa ser vitoriosa e servir de exemplo.Fora, Bolsonaro e seu governo genocida retirador de direitos”, disse o presidente nacional da CUT, que ressalta o fato de o presidente Jair Bolsonaro (ex- PSL) ter nomeado um general, Floriano Peixoto, para a presidência da empresa. Esse general, critica Sérgio Nobre, de “maneira irresponsável e unilateral retirou mais de 70 cláusulas do acordo coletivo da categoria em plena pandemia” do novo coronavírus, que já matou mais de 108 mil brasileiros”.

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