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  • Da Redação

Dicas culturais - Niterói

Por Luiz Antonio Mello



Benito di Paula na Sala Nelson Pereira dos Santos


Grande artista, trabalhador incansável, ídolo nacional Benito di Paula apresenta sua turnê “Fim de Papo”. Na década de 1970, ele inovou ao introduzir o piano ao samba, inventando um novo estilo, com sonoridade única e muita personalidade.

Não demorou para que suas canções atingissem o topo das mais tocadas no Brasil e no mundo. Entre seus maiores sucessos destacam-se “Charlie Brown”, “Mulher Brasileira”, “Retalhos de Cetim” e “Do Jeito Que A Vida Quer”. 20 e 21 de março 20h | R$ 80 (inteira) / R$ 40 (meia).

Sala Nelson Pereira dos Santos – ao lado do Reserva Cultural, em São Domingos.



Frida Kahlo – A Deusa Tehuana, no Teatro da UFF


A peça “Frida Kahlo – A deusa tehuana” rasga o mito e fala abertamente da mulher, com direção de Luiz Antonio Rocha, atuação de Rose Germano e texto escrito pela dupla.

Assumidamente narcisista, Frida Kahlo pintou sua própria face um sem número de vezes no corpo de uma obra intensamente autorreferenciada.

Teatralizou a sua própria existência, foi a expressão maior de luta e superação mesmo trazendo consigo as maiores dores – físicas e existenciais. No lugar do luto, vestiu-se de cores.

No final dos anos 30, Leon Trótski e sua companheira, Natalia Sedova, fugiam do genocídio stalinista e desembarcaram no México. Assim que bateu os olhos em Frida, 30 anos mais nova, Trotski foi tomado de atração e paixão. Apesar de casados, os dois virem um tórrido romance.

O diretor Luiz Antonio Rocha conta que todo o processo do monólogo partiu do corpo da Frida. “A gente ficou um mês tentando descobrir como seria o corpo de alguém que fez mais de 30 cirurgias, que tinha dores e tomava morfina para sentir alívio; e que também teve pólio. Era uma mulher que certamente tinha dificuldade em caminhar, mas, nas nossas pesquisas, vimos que as atrizes não costumam levar em conta esse aspecto na hora de caracterizá-la nos espetáculos”, explica. “A gente foi por outro lado. Fugimos do corpo cotidiano e trabalhos suas limitações e, a partir daí, fomos descobrindo a história que aquele corpo tinha para contar”.

A atriz Rose Geremano diz que foi em “Frida Kahlo – A deusa tehuana” que encontrou o seu grande desafio. “Há uma similaridade entre as culturas mexicana e brasileira, especificamente a nordestina, em que estão as minhas raízes. Sou de Riacho do Meio, uma cidadezinha do interior da Paraíba. Foi aí que me inspirei, nesse povo guerreiro, nas histórias de mulheres cheias de vida e coragem.”

De 20 a 29 de março - sextas e sábados, às 20h; domingos, às 19h | R$50 inteira / R$25 meia

Teatro da UFF



Claudette Soares, Dóris Monteiro e Eliana Pittman em "As Divas do Sambalanço"


O Sambalanço é um gênero musical derivado do samba que se fortaleceu após o surgimento da Bossa Nova e encontrou intérpretes perfeitos como as três cantoras selecionadas para este projeto inédito.

O repertório traz sucessos originais lançados pelas cantoras e clássicos da época, como Sambou sambou, Vem balançar, Tamanco no samba, Deixa isso pra lá, Devagar com a louça, Na onda do berimbau, O que eu gosto de você, Olhou pra mim e outras.

Dia 26 de março

19h | R$ 60

Teatro Municipal de Niterói


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