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Documentos revelam seletividade pró-Bolsonaro na PM-RJ


Documentos internos da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ) revelam que a corporação associa a oposição ao presidente Jair Bolsonaro a atos de vandalismo. As manifestações contra ele são tratadas sempre como eventos com potencial de confusão e as mobilizações de seus apoiadores são vistas como inofensivas, quase cordiais. O teor desses registros foi publicado pelo UOL.

De acordo com a PM, o uso de grande aparato policial, que envolve batalhões de elite, é motivado pela "possibilidade de grande mobilização de manifestantes em virtude da convocação de adeptos dos partidos políticos opositores e anarquistas, com histórico em atos anteriores desse mesmo gênero, registros de confusões e depredação do patrimônio público".

Na avaliação do sociólogo Renato Sérgio de Lima, presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a forma de atuação da PM fluminense é inconstitucional. "A medida da polícia do Rio é frontalmente ilegal, porque trata a mesma ação de dois grupos políticos de forma completamente diferente. Está discriminando oficialmente um grupo por sua orientação política e ideológica", critica.

O deputado estadual e ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc (PSB-RJ) afirma que seu partido deve apresentar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a legalidade das ações da PM. "Nós do PSB recentemente conseguimos liminar no STF sobre operações policiais durante a pandemia. A próxima ação que vamos propor vai ser contra essa forma desigual de atuação em manifestações. Esses documentos mostram que a polícia, ao invés de servir à sociedade, pertence a uma fração que está no governo. O bolsonarismo tem uma de suas bases na polícia", disse.

A PM do Rio afirmou que "dimensiona o planejamento das operações para acompanhar manifestações políticas com base em informações estratégicas e sigilosas, colhidas pelo setor de inteligência".

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