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Empresas de ônibus limitam frota a 70% este ano

  • 2 de jul. de 2020
  • 2 min de leitura

A 1001, que fez uma demissão em massa em maio, iniciou um processo de readimissões

O setor de transporte rodoviário de passageiros deverá operar com 70% de sua capacidade de mão-de-obra até o final de 2020, segundo análise de diretores das empresas de ônibus, que atuam nos 13 municípios da base do Sindicato dos Rodoviários de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac). Para atingir 100%, a Economia do Rio de Janeiro terá que estar em pleno funcionamento, o que, na avaliação desses executivos, só acontecerá com a produção de uma vacina ou de um remédio para o Covid-19.

“Como a projeção é de produção de uma vacina, no Brasil, pela Fiocruz, apenas em dezembro, certamente a Economia não estará em sua plenitude antes de 2021 e ainda assim levará meses antes que toda a população seja imunizada contra o vírus. Então, em nossa análise, se tudo der certo, a capacidade econômica do estado do Rio só estará plenamente normal a partir do segundo semestre do ano que vem”, afirma o presidente do Sintronac, Rubens dos Santos Oliveira.

A análise dos executivos foi feita em reuniões com diretores do Sintronac durante inspeções diárias do sindicato nas empresas e nos terminais viários para averiguar a situação dos trabalhadores durante a pandemia. Essas ações levaram à constatação de que, entre o início do isolamento social e as primeiras medidas de relaxamento, por exemplo, apenas 38,3%, ou seja, 332 de 865 ônibus municipais e intermunicipais, estavam em circulação no Terminal João Goulart, no Centro de Niterói. Este percentual, hoje, se aproxima de 70%.

A reabertura econômica no estado do Rio de Janeiro também sinalizou a retomada de postos de trabalho para os rodoviários. A Viação 1001, que em maio havia demitido 1.200 profissionais, anunciou o início de contratações, readmitindo um primeiro grupo de motoristas, que haviam perdido o emprego naquele mês. A expectativa é que outros retomem suas funções nas próximas semanas.

“Precisamos ficar atentos, no entanto, para a questão do auxílio emergencial. Tudo indica que, ao menos no setor rodoviário, a crise se estenderá por algum tempo. Então, esse auxílio também deve ser estendido, enquanto os trabalhadores estiverem sofrendo com essa crise”, entende Rubens Oliveira.

 
 
 

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