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Flávio Bolsonaro: R$ 86 mil em espécie e 12 salas comerciais

  • 9 de ago. de 2020
  • 2 min de leitura

Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) recebe o afago do pai Jair Bolsonaro (sem partido) (Reprodução)

A semana não começa nada bem para o clã Bolsonaro. Em meio às revelações sobre investigações que envolvem o nome da primeira dama Michelle Bolsonaro com 26 cheques no valor de R$ 89 mil depositados em sua conta por Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, foi revelado também, neste domingo (9), que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), filho 01 do presidente Jair Bolsonaro, usou R$ 86,7 mil em dinheiro vivo na compra de 12 salas comerciais na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, enquanto ele era deputado estadual na Alerj. É o que revelam as construtoras envolvidas na operação e o próprio Flávio em depoimento ao Ministério Público do Rio (MP-RJ) ao qual o jornal O Globo teve acesso.

No depoimento, Flávio afirmou aos promotores que pediu os valores emprestados para o pai e um irmão - sem identificar qual deles. Além de se referir a empréstimos feitos por Jair Bolsonaro, Flávio também citou a possível ajuda do pai do ministro Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência, e chefe de gabinete de Jair Bolsonaro de janeiro de 2001 a março de 2018, quando faleceu.

De acordo com a reportagem, os relatos de Flávio Bolsonaro ocorreram em 7 de julho no inquérito que apura o esquema criminoso da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio. No depoimento, Gomes relatou a Flavio que a Cyrella e a TG Brooksfield informaram ao MP que ele pagou R$ 86.779,43 com dinheiro em espécie, por meio de depósitos bancários, no ano de 2008, para a compra de 12 salas comerciais no Barra Prime Offices — um centro comercial de alto padrão na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Flávio foi questionado pelos promotores sobre a origem do dinheiro em espécie. O senador respondeu: "Eu saí pedindo dinheiro emprestado".

Segundo reportagens do portal UOL e do jornal “Folha de S.Paulo”, os imóveis localizados em centro comercial de alto padrão foram formalmente adquiridos por valores entre R$ 192,5 mil e R$ 342,5 mil cada. No total declarado, as salas chegavam a R$ 2,6 milhões. Antes de revender, Flávio pagou apenas 12% do financiamento.

 
 
 

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