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Investigação não deve atrasar vacina de Oxford


(Agência Brasil)

Suspensos na terça-feira (8) por causa de uma doença não explicada em um voluntário, os testes da vacina experimental da Universidade de Oxford e farmacêutica AstraZeneca ainda não tem data para serem retomados. No entanto, de acordo com o secretário de saúde do Reino Unido, Matt Hancock, a suspensão dos testes não foi a primeira, e "não necessariamente" implicará em um atraso no processo. "Isso depende do que eles encontrarem na investigação", disse, ressaltando que se trata de "um desafio".

A agência que regulamenta medicamentos no Reino Unido (MHRA) afirmou que está revisando os dados dos testes com urgência para decidir se a AstraZeneca pode retomá-los.

Um dos diretores do órgão, Siu Ping Lam, afirmou que a agência está trabalhando em parceria com o Centro de Vacinas de Oxford para revisar as informações de segurança, de acordo com o protocolo do ensaio clínico.

“Estamos revendo com urgência todas as informações e trabalhando ativamente com os pesquisadores para determinar se o ensaio pode recomeçar assim que possível”, afirmou.

Nota

Em nota, sem esclarecer que tipo de reação foi encontrada em voluntários, Oxford e AstraZececa informaram apenas que a suspensão dos ensaios clínicos é um procedimento padrão que acontece sempre que surge uma doença inexplicável em um dos participantes.

Uma informação publicada no jornal The New York Times, no entanto, dá conta de que o paciente teve mielite transversa, uma síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal.

Aposta do Ocidente

A vacina da Oxford/AstraZeneca, desde o início de seu desenvolvimento no Reino Unido, vem sendo encarado pelo ocidente como a principal aposta para imunizar a população. Tanto que cientistas ocidentais viram com desconfiança o anúncio da Rússia ao registrar oficialmente a Sputnik V como a primeira vacina do mundo contra a Covid-19, em 11 de agosto.

Diversos países estão investindo pesado no sucesso da vacina do Reino Unido. Só o Brasil prevê desembolsar R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 522,1 milhões para a produção das doses pela Fiocruz e R$ 95,6 milhões para absorver a tecnologia.

Na terça, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, chegou a afirmar que "em janeiro do ano que vem, a gente começa a vacinar todo mundo"

O Centro de Gamaleya, em Moscou, anunciou na terça-feira (8) o início de produção do segundo lote da vacina Sputnik V, depois de ser avaliada pela revista científica mais relevante do mundo, a The Lancet, como "eficaz e segura".

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