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Israel é primeiro país do mundo a repetir lockdown


(Fotos Públicas)

Cerca de sete mil policiais e soldados foram convocados para garantir novo lockdown contra a Covid-19 em Israel. O segundo isolamento total do país a princípio se estenderá por três semanas mas poderá ser prolongada a critério do governo. O isolamento é para proteger a população no período de diversas festividades como o Rosh Hashaná, o ano novo judaico, que aconteceu na sexta-feira (18), e o Simchat Torá, que se refere ao período de meditação, entre 10 e 11 de outubro, após os sete dias festivos de Sucot.

O lockdown começou com restrições ao movimento dos cidadãos, que não deverão se distanciar por mais de mil metros de suas casas.

Rosh Hashaná, o "Ano-Novo Judaico", é uma festa que ocorre no primeiro dia do primeiro mês do calendário judaico. A Torá refere-se a este dia como Yom ha-Zikkaron ou Yom Teruah. O início de um período de introspecção e meditação de dez dias que acaba no primeiro dia de Yom Kipur (Dia do Perdão, na tradução do hebraico) a ser comemorado entre 27 e 28 deste mês.

Os cidadãos poderão se afastar por mais de mil metros de suas casas somente para trabalhar, comprar comida, remédios e produtos de primeira necessidade, prestação de ajuda a pessoas em má condição de saúde, funeral, cerimônia de circuncisão, tribunal, ao parlamento Kenesset e para doação de sangue.

Além disso, as manifestações não foram proibidas durante o lockdown, assim como a prática de esporte com a família e em competições, desde que não se use um automóvel para tal fim.

Também as práticas religiosas foram zeladas, sendo assim os cidadãos poderão ir às compras de produtos ligados à fé e diferentes rituais, como o banho feminino Mikvá e a Festa das Cabanas, ligada ao Sucot.

Proibições

Contudo, estão proibidos o lazer na praia, reuniões com mais de dez pessoas em recintos fechados e mais de 20 pessoas em áreas ao céu aberto.

O transporte público e os estabelecimentos comerciais vão funcionar com restrições. Escolas, restaurantes, clubes esportivos e centros de diversão ficarão fechados.

O Aeroporto Internacional Ben Gurion continuará funcionando de acordo com as regras introduzidas para aqueles que chegarem e partirem do país.

A proibição de entrada de estrangeiros ao país está em vigor desde março passado.

Policiais nas ruas

Para a manutenção do cumprimento da lei, o governo israelense destacou milhares de soldados e policiais, que poderão aplicar multas aos infratores.

A multa pelo não uso de máscara chega a 500 shekels (cerca de R$ 760). Já a concentração excessiva de pessoas em um lugar traz pena de 1.000 shekels (aproximadamente R$ 1.530), soma que também deverá ser paga caso o cidadão se afaste de sua casa por mais de 500 metros.

Necessidade de 2º lockdown

Enquanto Israel se torna o primeiro país a repetir o lockdown contra a Covid-19, o premiê Benjamin Netanyahu dessecou justificativa para tal medida em cadeia nacional na quinta-feira (17), segundo publicou o The Times of Israel.

"O sistema de saúde levantou bandeira vermelha [...]. Eles fizeram tudo o que puderam para abater o balanço entre as necessidades de saúde e as necessidades econômicas", afirmou Netanyahu.

Além disso, o governo anunciou um programa de ajuda econômica para os microempresários e cidadãos que poderão ter prejuízos devido às restrições.

Entre os pontos do programa está a redução de 10% do salário do alto funcionalismo público, mudança nos critérios para o recebimento de ajuda aos microempresários, aceleração na obtenção de pagamentos do governo, e ajuda no pagamento de imposto municipal.


Com Agência Sputnik

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