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Médico alemão admite que dopou 23 atletas de 8 países


(Pixabay)

O médico alemão Mark Schmidt, que vem sendo julgado por comandar uma rede internacional de doping para atletas, admitiu nesta terça-feira (29) ter ajudado atletas com doping sanguíneo por vários anos. O réu responde por várias acusações, entre elas, a de ter colaborado com dopagem de pelo menos 23 atletas de oito países e cinco esportes - três de inverno e dois de verão - a obterem vantagem injusta ao longo dos anos.

"Não tive lucro com o doping", defendeu-se através de um comunicado lido por seus advogados no tribunal. Ao contrário das evidências levantadas durante as investigações, o médico disse que nunca colocou em risco a saúde dos atletas, mas admitiu o doping sanguíneo. “Para mim sempre foi importante não prejudicar a saúde dos atletas”, disse, por escrito.

O caso é resultado da Operação Bloodletting (Operação Sangria), em que a polícia invadiu o Campeonato Mundial de Esqui Nórdico na Áustria, em fevereiro de 2019, prendendo vários atletas de cross-country momentos antes do início de um evento. Mark Schmidt foi preso na Alemanha.

Os promotores dizem que ele está por trás das transfusões de sangue para melhorar o desempenho, principalmente para esquiadores e ciclistas. Eles acreditam que o médico esteve envolvido neste tipo delito, pelo menos desde o final de 2011.

Quatro outros suspeitos estão em julgamento, acusados de ajudá-lo na coleta e fornecimento de sangue. Se condenado, o médico pode ser preso por um período de um a dez anos. O julgamento deve continuar até pelo menos meados de dezembro.

Contato

O técnico estoniano Mati Alaver, que admitiu ter coordenado o contato entre esquiadores e o médico alemão, foi suspenso da modalidade por quatro anos pela Federação Internacional de Esqui (FIS) em janeiro deste ano, junto com os atletas estonianos Karel Tammjärv e Andreas Veerpalu, além de Alexey Poltoranin, do Cazaquistão. Alaver recebeu uma sentença de prisão suspensa de um ano pelo Tribunal do Condado de Harju, em Tallinn, em novembro.

Algo Kärp e o treinador Andrus Veerpalu já tinham sido banidos pelo envolvimento no escândalo. Kärp recebeu uma sanção de dois anos e seis meses por “doping no sangue e uso de substâncias proibidas”, de acordo com a Agência Antidopagem da Estônia.


Com Agência Brasil

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