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PF cumpre mandados contra grupo fascista pró-Bolsonaro


O bolsonarista Renan Sena e as agressões contra enfermeiras que faziam manifestação pacífica no DF (Reprodução)

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira (27) três mandados de busca e apreensão contra grupo fascista que faz apologia à intervenção militar e pede a prisão de ministros do STF.

A Operação Estabilidade foi realizada no Distrito Federal e nas cidades de Uberlândia (MG) e Taboão da Serra (SP). Um dos líderes do grupo investigado é Renan da Silva Sena, que era funcionário-fantasma do Ministério de Mulheres, Família e Direitos Humanos, comandado pela ministra Damares Alves.

Sena foi demitido da pasta após divulgar vídeos em redes sociais com ofensas aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Ele responde processo sob acusação de injúria e difamação.

Em 1º de maio, Sena também foi flagrado em vídeo xingando e agredindo enfermeiras durante ato pacífico realizado por profissionais de saúde, na Praça dos Três Poderes, em memória às vítimas da Covid-19. "Vocês consomem o nosso fruto do suor, nós construímos essa nação", disse ele.

Sena também é suspeito de narrar um vídeo em que manifestantes lançam fogos contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

Lei de Segurança Nacional

O processo tramita na 15ª Vara Federal de Brasília. Os suspeitos são investigados por crimes previstos na Lei de Segurança Nacional, como fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social, distribuição ou redistribuição de fundos destinados a realizar propagandas violentas, e incitar à animosidade entre as Forças Armadas e classes sociais e instituições. As penas variam de um a quatro anos de detenção ou reclusão.

"A investigação teve início após a publicação de vídeo realizado na frente do prédio do STF, por dois dos investigados, em redes sociais, nas quais solicitavam intervenção militar e afastamento e prisão de nove ministros do STF. Com o aprofundamento das análises, foi possível constatar a participação deles em diversos atos do tipo, inclusive com a arrecadação de fundos para financiar o movimento", informou a Polícia Federal por meio de nota.

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