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PF: delação de Palocci vazada por Moro é invenção


(Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Polícia Federal concluiu que as delações feitas pelo ex-ministro Antonio Palocci, condenado a 12 anos de prisão, e vazadas pelo então juiz Sergio Moro às vésperas das eleições de 2018, sobre um suposto caixa milionário de propinas para o ex-presidente Lula administrado pelo banqueiro André Esteves, do BTG, não têm provas e foram todas desmentidas pela investigação. A informação foi publicada pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, neste domingo (16).

De acordo com a PF, depoimentos de testemunhas e de delatores desmentiram a acusação de Palocci, que ganhou prisão domiciliar, além de benefícios em seus processo em troca da delação.

O delegado Marcelo Daher encerrou o inquérito sem indiciar os acusados e afirmando que as informações dadas por Palocci em sua delação "parecem todas terem sido encontradas em pesquisas de internet", sem "acréscimo de elementos de corroboração, a não ser notícias de jornais".

Ainda segundo o delegado da PF, "as notícias jornalísticas, embora suficientes para iniciar o inquérito policial, parece que não foram corroboradas pelas provas produzidas, no sentido de dar continuidade à persecução penal".

Ele encaminhou o resultado das investigações ao Ministério Público Federal.

Antonio Palocci foi condenado por Moro, em 6 de junho de 2017, a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com ele, foram condenados outros 12 réus, entre eles, Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht, e os publicitários Mônica Moura e João Santana. Nenhum deles se encontra preso. Entre os 13 condenados, 11 viraram delatores.

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