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STF: líder de grupo fascista é presa pela PF


Na manhã desta segunda-feira (15), a Polícia Federal (PF) prendeu Sara Winter, líder do grupo "300 do Brasil", de ideais fascistas, apoiadora do presidente Jair Bolsonaro.

A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito que investiga ataques organizados contra a democracia e o próprio STF.

Durante a operação, seis pessoas foram presas. Entretanto, as identidades dos outros cinco detidos ainda não foram divulgadas.

"É imprescindível a verificação da existência de organizações e esquemas de financiamento de manifestações contra a Democracia e a divulgação em massa de mensagens atentatórias ao regime republicano, bem como suas formas de gerenciamento, liderança, organização e propagação que visam lesar ou expor a perigo de lesão os Direitos Fundamentais, a independência dos Poderes instituídos e ao Estado Democrático de Direito, trazendo como consequência o nefasto manto do arbítrio e da ditadura", afirmou Moraes.

Apesar de ser uma apoiadora do presidente e ser contra o movimento feminista, Sara Winter em 2014 entrou com pedido de cassação do mandato de Bolsonaro, quando ele atuava como deputado.

A ativista ficou conhecida em 2012, quando participava do Femen, grupo feminista de origem ucraniana que organizou protestos na Eurocopa.

Em 2014, Winter organizou diversos protestos contra a realização da Copa do Mundo no Brasil. Na ocasião, chegou a ser detida em um dos protestos por ato obsceno e por chamar policiais de "assassinos".

Prisão temporária

As prisões, temporárias têm validade de cinco dias, podendo ser prorrogadas.

De acordo com a PGR, os pedidos de prisão se baseiam em indícios encontrados de que os investigados vinham captando recursos financeiros para cometer crimes previstos na Lei de Segurança Nacional.

Sara também foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal, em 27 de maio, no mandado judicial do ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF, envolvendo também outros 28 investigados, entre os quais oito deputados bolsonaristas, os empresários Luciano Hang, dono da Havan, e Edgard Corona, fundador e presidente do grupo Bio Ritmo, que engloba as redes de academia Bio Ritmo e Smart Fit, além do ex-deputado Roberto Jefferson e o blogueiro Alan Santos.


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