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Trump volta a criticar política do Brasil contra Covid


No comício em Tulsa, Donald Trump apontou de novo os erros do Brasil sem livrar a imagem do amigo Bolsonaro

Para justificar a sua política de combate à epidemia de coronavírus, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a citar Brasil e Suécia como maus exemplos no cenário internacional da pandemia. Mesmo ressalvando a sua amizade com o presidente Jair Bolsonaro, o americano reafirmou a sua tese, manifestada dias atrás, de que os Estados Unidos poderim ter até mais de dois milhões de mortos se seguisse o exemplo do Brasil.

"Pergunte a eles como eles estão no Brasil, é um grande amigo meu [Bolsonaro], não estão muito bem. Vocês ouviram muito sobre a Suécia. Pergunte a eles como eles estão. Salvamos um milhão de vidas, agora é hora de voltar ao trabalho", disse Trump neste sábado (20) durante o seu primeiro comício, em Tulsa, Oklahoma, com vistas às eleições presidenciais americanas.

No mesmo evento, Trump revelou ter ordenado a redução dos testes para Covid-19 na população americana com o objetivo de baixar os índices oficiais de contaminação. Ele afirmou que seu país já testou cerca de 25 milhões de pessoas, mas que os "testes são uma espada de dois gumes".

"Aqui está o lado ruim [...] Quando você testa de forma bem extensa, você vai encontrar mais pessoas [doentes], você vai encontrar mais casos [de COVID-19]. Sendo assim, eu disse pro meu pessoal para reduzir os testes, por favor", publicou o canal de TV CNN citando Trump.

De acordo com dados atuais, mais de 2,25 milhões de pessoas deram positivo para o novo coronavírus nos EUA, sendo que quase 120 mil faleceram.

Por sua parte, epidemiologistas e especialistas da área de saúde acreditam que a realização de testes da COVID-19 são um fator chave para combater a pandemia e, sem eles, as outras medidas seriam menos efetivas.

Ainda de acordo com a mídia, um funcionário da administração Trump afirmou que o presidente estava "obviamente brincando" durante sua declaração, contudo, a fala poderia ser usada pelo candidato democrata Joe Biden durante sua campanha eleitoral.

Doença 'kung flu'

Em alusão à China, que tem sido apontada pelos EUA como possível culpada pela disseminação da pandemia pelo mundo, Trump afirmou que a COVID-19 tem mais nomes do que outras doenças.

"Eu posso chamar [a COVID-19] de Kung Flu [...] Eu posso dar 19 versões diferentes dele [do nome]", disse.

A fala de Trump se dá em um momento em que as relações entre os EUA e a China vivem grandes tensões.


Com Sputnik Brasil

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