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Vacinas de Oxford e Sputnik anunciam evoluções


(Sputnik/RFPI e Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya)

A Universidade de Oxford e a farmacêutica Astrazeneca anunciaram nesta segunda-feira (26) que, nos testes realizados durante a fase 2 no Reino Unido, a vacina induziu "uma forte resposta imune" em pessoas idosas. Os resultados preliminares serão publicados "nas próximas semanas" em revista científica, segundo a Oxford.

Os testes foram feitos em pessoas com idades de 56 a 69 anos e em um segundo grupo, com idosos com 70 anos ou acima.

Em julho, Oxford e Astrazeneca informaram resultados positivos em voluntários mais novos, com idades de 18 a 55 anos.

A vacina passa por testes de fase 3 no Brasil, última etapa antes que possa ser liberada para aplicação em massa.

"É encorajador ver que as respostas de imunogenicidade foram semelhantes entre adultos mais velhos e mais jovens e que a reatogenicidade [geração de efeitos adversos] foi menor em adultos mais velhos, nos quais a gravidade da Covid-19 é maior", disse um porta-voz da farmacêutica.

Sputnik da Rússia

A vacina russa contra o coronavírus, Sputnik V, também vem demonstrando resultados positivos após ser administrada em vários pacientes.

"Efeitos colaterais podem ser vistos em cerca de 15% dos vacinados. Portanto, os restantes 85% não apresentam efeitos colaterais e nenhuma inconveniência da vacina", disse Aleksandr Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya nesta segunda-feira (26).

A Sputnik V, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya é produzida em conjunto com o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo). Foi a primeira vacina contra a Covid-19 registrada mundialmente. Seu registro foi feito em 11 de agosto, e atualmente a vacina se encontra passando por testes clínicos da terceira fase, mas ainda há de se esperar por resultados concretos e definitivos.

Desde então, as autoridades russas concederam registro para uma segunda vacina, a EpiVacCorona, que foi desenvolvida pelo Centro Estatal de Pesquisa de Virologia e Biotecnologia Vektor.


Com a Sputnik

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