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"Vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida"


Presidente Bolsonaro ao lado do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, com a caixa de cloroquina na mesa

Mais uma frase para ficar para a história da pandemia no mundo. Ao lado do ministro ainda interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, o presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido) fez uma live na quinta-feira (6) para dizer mais uma vez o que ele está fazendo e o que ele pensa sobre a pandemia.

"A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema", declarou à nação pela rede social.

Nada que não supere outras declarações, como "seguir em frente", em pleno crescimento da pandemia, e "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre", em 28 de abril, ocasião em que o Brasil ultrapassava a China, primeiro epicentro da Covid-19.

Desde o início da pandemia, as frases saem da boca do presidente da república sem sinais de dor ou comiseração, como em "Eu não sou coveiro, tá certo?", dita em 20 de abril, quando o Brasil registrava "apenas" 2,5% do número de mortes de que o país se aproximava na quinta-feira (6). Afinal, "é só uma gripezinha".

No início de junho, o presidente parecia ter descoberto que a morte é o destino de todos.

"Eu lamento todos os mortos, mas é o destino de todo mundo. Ninguém faleceu, pelo que eu tenho conhecimento, pode ser que eu esteja equivocado, por falta de UTI ou respirador. Então o vírus é uma coisa que vai pegar em todo mundo".

Dados do Ministério da Saúde divulgados na quinta-feira (6) mostram que o Brasil caminha para 100 mil mortos (98.493) e 3 milhões de casos confirmados da enfermidade (2.912.212).

Com uma caixa de cloroquina sobre a mesa, Bolsonaro voltou a defender na live o remédio que a ciência declarou ineficaz como tratamento para coronavírus. A resistência contra o uso e a regulamentação desse medicamento, tradicionalmente usado por paciente com malária, para o tratamento de Covid-19 foi um dos pivôs da saída dos ministros da Saúde, Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta. O general Pazuello aceitou o cargo e a missão de adotar o protocolo da cloroquina.

E ainda na live, o presidente voltou a afirmar que as pessoas que preferem não tomar cloroquina não devem "impedir quem queira tomar".

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