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Witzel se complica, diz membro da Comissão do impeachment

Witzel pode ficar em situação ainda mais difícil em delação premiada de Edmar Santos

Membro efetivo da Comissão Especial criada pela Assembleia Legislativa para conduzir o processo de impeachment aberto contra Wilson Witzel, o deputado estadual Waldeck Carneiro (PT) considera que a situação do governador vem se agravando a cada dia, sobretudo depois do anunciado acordo de delação premiada do ex-secretário de Saúde do estado, Edmar Santos.

Segundo a coluna "Radar", do site da revista Veja, o acordo foi firmado pelo ex-secretário, preso no âmbito da Operação Mercadores do Caos, do Ministério Público estadual, com a Procuradoria Geral da República, onde correm as investigações resultantes da Operação Placebo. As duas operações buscam provas de corrupção no governo fluminense durante a pandemia de coronavírus.

De acordo com a Veja, Edmar Santos, além de trazer evidências contra Witzel, se comprometeu a devolver, como fez na última sexta-feira, R$ 8,5 milhões à Justiça. “Ele entrega o dinheiro e os culpados”, diz um investigador. A prisão de Edmar Santos pelo MP estadual chegou a provocar uma dura reação da PGR, que já vinha costurando o acordo de delação.

Waldeck Carneiro

Para Waldeck Carneiro, as preocupações de Witzel em relação à situação do seu ex-secretário são evidentes. "Cabe lembrar que o governador criou uma secretaria extraordinária para abrigar o Sr. Edmar Santos, assim que ele deixou a secretaria de Saúde, o que suscita a seguinte questão: por que tanta preocupação em proteger o ex-secretário?", salientou o deputado.

O parlamentar também estranha o comportamento do governador no trâmite do processo de impeachment. "Entendo que a situação do governador está cada vez mais complicada. Um dos principais indicadores é o fato de que ele pretende dar prioridade ao embate judicial contra a Comissão do Impeachment da ALERJ, em vez de se defender, no prazo que a lei lhe assegura", analisa.

"É realmente lamentável que, além da dramática crise humanitária e sanitária decorrente da pandemia e da grave crise fiscal, o RJ ainda tenha que enfrentar uma crise político-institucional que, em última instância, tem origem em decisões eivadas de suspeição praticadas pela administração estadual, inclusive pelo próprio governador", concluiu Waldeck.

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