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Rodoviários querem parar depois


Rodoviários de 13 municípios, que vão de Niterói e São Gonçalo a Arraial do Cabo, decidem, no 1º de Maio, a data de uma paralisação de 24 horas, em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência Social, propostas pelo governo Michel Temer. A mobilização deverá envolver cerca de 30 mil profissionais, suspendendo a circulação de todo o transporte coletivo de passageiros nessas cidades.

A decisão da categoria ocorrerá durante assembleia, a partir das 9 horas, na sede social do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac), na Estrada Washington Luiz, 444, no bairro do Sapê, em Niterói. O 1º de Maio foi definido pelo sindicato como “Dia de Luta contra as reformas trabalhista e da Previdência” dos rodoviários, em razão do simbolismo que envolve o Dia Internacional dos Trabalhadores.

Por questões legais, a paralisação, a partir da decisão da assembleia, ocorrerá em prazo suficiente para que as autoridades públicas sejam avisadas do movimento dos trabalhadores. Desta forma, ofícios comunicando o dia do protesto serão encaminhados para prefeituras, Governo do Estado, Secretaria de Segurança, polícias Civil e Militar, Ministério Público do Trabalho, Justiça do Trabalho, empresas e Corpo de Bombeiros, entre outros.

“As autoridades, empresas e a população serão avisadas com antecedência sobre a paralisação, que é nossa forma legítima e legal de protesto contra essas reformas que, acreditamos, ferem a Constituição Federal e os direitos conquistados pelos trabalhadores há décadas. Nós, rodoviários, somos contra essas propostas do Governo Federal e queremos deixar isso bem claro”, afirma o presidente do Sintronac, Rubens dos Santos Oliveira.

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