Mergulhão: Câmara chama Monassa


A denúncia feita pelo jornal TODA PALAVRA em sua edição impressa de junho, revelando que um funcionário responsável pela manutenção do Mergulhão da Rua Marquês de Paraná teria sido demitido por sua insistência em alertar para problemas estruturais da via, chegou aos anais da Câmara Municipal de Niterói. O vereador Paulo Eduardo Gomes, líder do PSOL, apresentou na sessão de terça-feira (20/06) um pedido para que a a secretária de Conservação e Obras Públicas, Dayse Monassa, e o subsecretário, Valdir Araújo, além do presidente da Emusa, sejam chamados à Câmara para dar esclarecimentos sobre as afirmações dadas com exclusividade ao jornal pelo engenheiro Marcelo Zani.

- Eu prefiro pedir que eles venham aqui esclarecer essa denúncia do que atravessar a rua e ir ao Ministério Público solicitar uma investigação - enfatizou Paulo Eduardo.

O vereador classificou como "muito grave" a notícia veiculada pelo jornal, que era folheado ontem por vários vereadores no Plenário Brígido Tinoco. A edição do TODA PALAVRA foi encaminhada por Paulo Eduardo à taquigrafia para registro nos anais.

Conforme noticiado também na edição digital de ontem do TODA PALAVRA, Marcelo Zani, à época ainda técnico em edificações e responsável pela manutenção do Mergulhão, comunicou aos seus superiores em 2014, quando a obra tinha pouco mais de um ano de inaugurada, o avançado estado de oxidação das estacas-prancha que formam as paredes laterais do túnel subterrâneo. Segundo ele, a secretária Dayse Monassa, a quem ele chegara a encaminhar um laudo técnico, teria determinado que se fizesse silêncio sobre o assunto e, diante da sua insistência em alertar a Emusa, órgão fiscalizador daquela obra, o exonerou em março de 2015 do cargo de Assessor A, símbolo CC1.

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