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Mais uma megaoperação vazada


Coletiva de imprensa, no Centro Integrado de Comando e Controle(CICC), sobre a operação conjunta que as forças armadas, policiais civis e militares fazem hoje (21) para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em sete comunidades da zona norte do Rio de Janeiro. Na foto: Rodrigo Alves, sub-secretário de Comando e Controle; Cel. Henrique Pires, sub-chefe operacional do Estado-Maior; Roberto Itamar, porta voz do Estado-Maior Conjunto. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Apesar de o ministro da Defesa, Raul Jungman, afirmar que o impacto de vazamento de informações sobre operações é mínimo, mais uma megaoperação, envolvendo milhares de militares das Forças Armadas e policiais civís e militares do Estado do Rio, que custou cerca de R$ 1,5 milhão, terminou com resultados modestos entre prisões efetuadas e apreensão de armas e drogas. Jungman deu a declaração durante coletiva realizada nesta segunda-feira (21). Pelo menos 39 pessoas foram presas. Entre elas, um soldado do Exército suspeito de ter passado informações para traficantes.

Foram encontradas sete pistolas, uma espingarda e duas granadas; 300 kg de maconha e 10 kg de cocaína foram apreendidos.

Na coletiva, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, disse que as operações vão continuar e considerou o resultado satisfatório.

Mais de cinco mil homens, 500 veículos e 43 blindados foram mobilizados pelas Forças Armadas para o apoio na ação no Rio.

Pelo menos 50 instituições de educação, entre escolas, creches e espaços de desenvolvimento infantil não funcionaram nesta segunda, prejudicando mais de 27 mil alunos, que ficaram sem aulas. Foi o maior número registrado pela Secretaria Municipal de Educação devido às operações policiais.

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