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MAC atinge a maioridade


Criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC – Museu de Arte Contemporânea, localizado na Boa Viagem, não é só uma escultura do genial arquiteto, mas o símbolo do turismo e o atrativo mais visitado da cidade. Niterói se projetou para o mundo pelos traços futuristas e poéticos do MAC.

Desde 1996, há 21 anos, quando foi inaugurado no dia 2 de setembro, o MAC, foi contemplado como uma das maravilhas arquitetônicas modernas do País e um dos patrimônios mais divulgados no Mundo. Esteve fechado mais de um ano para obras. Revitalizado, o museu ficou mais sustentável, com sistema de ar condicionado, limpeza e pintura da fachada e da rampa, impermeabilização da cobertura do prédio e novos carpetes nos salões. Foi reaberto em 16 de junho deste ano, com uma diversificada programação, inclusive o desfile internacional da Louis Vuitton.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o MAC recebe em média 35 mil visitantes por mês e nas duas décadas por lá já passaram mais de 5 milhões de pessoas, incluindo turistas de cerca de 100 países. Os estrangeiros que mais visitaram o MAC vieram da Argentina, Colômbia, Estados Unidos, França, Inglaterra, Alemanha, México, Espanha, Peru e Austrália. Para o presidente da Neltur, José Guilherme de Azevedo, o MAC é um patrimônio cultural e turístico que virou um a referência de obra de arte no Mundo. “ O MAC se tornou um dos maiores apelos para o trade turístico internacional”, destacou o presidente.

Cine Arte UFF festeja 49 anos

Construído em 1916, o famoso Hotel Cassino Icaraí, foi demolido em 1939, dando ao atual prédio da Reitoria da Universidade Federal Fluminense, na Praia de Icaraí. Já o Cine Arte UFF comemora 49 anos no dia 12 de setembro. Para celebrar esta data, que dá início às comemorações dos 50, a Universidade programou cinco eventos muito especiais. Dia 7 de setembro, o documentário “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho, será exibido com a presença do diretor. No dia 11, segunda-feira, teremos Cine Concerto, em parceria com o Cineclube Rã Vermelha, com o clássico “Nosferatu” (1922), com soundpainting. Dos dias 11 a 14, haverá três sessões com debate: Entre os homens de bem (presença do diretor Carlos Juliano Barros, do fotógrafo Caue Angeli e do produtor executivo Mauricio Monteiro), O homem que matou John Wayne (debate com Ruy Guerra e o diretor Diogo Oliveira) e Abaixando a máquina 2 – No limite da linha (debate em rede com o diretor Guillermo Planel), esses últimos com entrada franca.

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