4 milhões de famílias vivem só do auxílio emergencial


(Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)

Entre a parcela mais pobre da população brasileira, o auxílio emergencial pago pelo governo fez a renda domiciliar aumentar em 132%, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ipea.

Além disso, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, cerca de 4,2 milhões de domicílios tiveram como única fonte de renda em agosto o benefício de R$ 600.

A região com maior proporção de lares que dependeram exclusivamente do auxílio foi o Nordeste. No Piauí e Bahia, por exemplo, mais de 13% das famílias tiveram em agosto como única fonte de renda o benefício.

Se entre os mais pobres houve um incremento da renda, para as pessoas que permaneceram trabalhando, em agosto o benefício cobriu 41% da perda salarial provocada pela crise do coronavírus e econômica.

Renda sobe de R$ 12,47 para R$ 349,48

O Ipea constatou ainda uma leve melhora na renda média da população no mês de agosto em relação a julho.

Segundo levantamento do IBGE publicado na semana passada, sem o auxílio, em cerca de 6,6 milhões de domicílios a média da renda per capita, ou seja, por pessoa, teria sido de R$ 12,47 sem o auxílio. Com o benefício, no entanto, essa renda saltou para R$ 349,48 – alta de 2.703%.

Após ser pago por cinco meses, o auxílio foi cortado pela metade, para R$ 300, e estendido só até o final do ano.


Fonte: Agência Sputnik

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