A "rachadona" do coronel com Flávio Bolsonaro


As investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) se depararam com um "assessor graduado" na quebra de sigilo bancário e fiscal de participantes da "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Trata-se do ex-assessor do gabinete, coronel da reserva do Exército Guilherme Henrique os Santos Hudson, que fez movimentação em dinheiro vivo como outros assessores investigados, com a diferença que seus saques eram mais graúdos. Ele movimentou um total de R$ 1,29 milhão em espécie entre 2007 e 2018, sendo que R$ 260 mil foram em 16 retiradas bancárias superiores a R$ 10 mil.

Os dados indicam que as operações eram feitas mensalmente nos valores entre R$10 mil e R$12,1 mil, mas a maior das operações de saque foi em 25 de março de 2009, quando retirou R$ 50 mil em espécie da sua conta corrente no Banco do Brasil.

De acordo com as revelações feitas pelo jornal O Globo, Hudson tem relações tanto na investigação sobre Flávio como na que apura funcionários fantasmas e 'rachadinha' no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro. Ele cursou a Academia Militar das Agulhas Negras no mesmo período em que o presidente Jair Bolsonaro, de 1973 a 1977. Os dois também possuem parentesco. Hudson é casado com a tia de Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente Jair Bolsonaro. Dos três filhos do casal, apenas um integrante dos Hudson nunca constou como assessor do clã Bolsonaro.

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