Advogados deixam Trump a 1 semana do impeachment


(Foto: Joyce N. Boghosia/Casa Branca)

Cinco dos advogados que vão defender o ex-presidente Donald Trump teriam desistido de integrar a equipe por não concordar em dizer que as eleições presidenciais no país foram fraudadas.

Cinco advogados que trabalhavam para Donald Trump, ex-presidente dos EUA, no caso do segundo impeachment, deixaram a equipe de defesa, noticiou no sábado (30) a emissora CNN citando "pessoas familiarizadas com o caso".

Os membros principais de sua defesa que teriam deixado a equipe legal incluem Josh Howard, Johnny Gasser e Greg Harris. Nenhum deles tinha recebido pagamentos adiantados ou assinado uma carta de intenções, usada nos EUA como formalidade durante um acordo entre duas ou mais partes.

A mídia escreveu mais tarde que os advogados Butch Bowers e Deborah Barbier também tinham deixado de trabalhar para o ex-presidente dos EUA, com uma fonte dizendo à mídia que se tratou de uma "decisão mútua".

Segundo a CNN, a razão da saída foi um desacordo sobre a estratégia legal de Trump, que quer que argumentem que houve fraude eleitoral maciça, enquanto os advogados se pretendiam focar na legalidade de aplicação de impeachment após Trump deixar de ser presidente.

Nenhum outro advogado anunciou estar trabalhando na defesa do impeachment de Trump.

O segundo julgamento de Trump no Senado dos EUA deve começar em 9 de fevereiro.

Impeachment de Trump

A Câmara dos Representantes dos EUA impugnou Trump por uma segunda vez em 13 de janeiro sob a acusação de "incitamento à insurreição", por encorajar seus apoiadores a participar de um motim em 6 de janeiro no Capitólio, que provocou cinco mortos e danos materiais. Trump rejeitou as acusações, alegando que o discurso que fez antes do evento era "totalmente apropriado".

Os atacantes estavam alegadamente tentando impedir que o Congresso certificasse a vitória eleitoral do presidente eleito Joe Biden.

O primeiro impeachment de Trump anunciado pela Câmara dos Representantes, também na época controlada pelos democratas, ocorreu em dezembro de 2019, com uma absolvição pelo Senado em fevereiro de 2020. Até hoje, nenhum presidente dos EUA sofreu impeachment no Senado, necessário para impedir que um chefe do Executivo possa ser reeleito, bem como destituído do cargo, se estiver no poder.


Fonte: Agência Sputnik

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