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Anielle Franco é eleita uma das mulheres do ano pela revista Time


(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Ministra da Igualdade Racial do governo Lula (PT), Anielle Franco foi a primeira brasileira eleita pela revista Time como uma das 12 mulheres do ano em 2023.


Anielle é irmã de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro assassinada em março de 2018 em uma emboscada no centro da cidade. O crime está até hoje em investigação, agora com o reforço da Polícia Federal por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública Flavio Dino, para descobrir quem foi o mandante.


O perfil publicado pela Time diz que “a ministra da Igualdade Racial do Brasil nunca planejou entrar na política”. “Então sua irmã foi assassinada”, recordou.


A Time destaca que Anielle tem hoje 38 anos, a mesma idade que Marielle Franco tinha quando foi assassinada e hoje é a ministra responsável por cobrar que o país dê chance a segmentos da população historicamente marginalizados.


“A trágica história familiar, a personalidade calorosa e o uso hábil das mídias sociais transformaram Anielle, ora reservada, em uma líder improvável no movimento pelos direitos dos negros no Brasil”, destaca a revista.


Na lista também há atrizes, como Angela Bassett e Cate Blanchett, esta indicada ao Oscar de melhor atriz deste ano. Blanchett foi incluída na lista pelo exemplo de suas personagens e por seu envolvimento em temas atuais, como o aquecimento global, propondo mudanças dentro de seu setor, como o reaproveitamento de cenários de filmes. Bassett foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em "Pantera Negra: Wakanda para sempre". Seu papel, diz a Time, dá um exemplo para mulheres no mundo inteiro. Estão na lista também esportistas, como Ramla Ali e Megan Rapinoe.


Em seu perfil oficial no Twitter, Anielle comentou a escolha: “Muito orgulhosa e emocionada em ter sido a primeira e única brasileira indicada como "Mulher do Ano" entre as doze escolhidas pela revista norte-americana Time. Estou muito feliz e não chego sozinha, esse reconhecimento não é só meu, é de todas as mulheres negras do Brasil.”


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