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Antes de encontro com Biden, Lula vai a Cuba para o G77


(Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

No dia 15 de setembro o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará a Cuba antes de seguir para Nova York, onde participará da Assembleia Geral da ONU do dia 16 ao 22. Antes disso, entre os dias 7 e 11, o mandatário estará na Índia para reunião do G20.


Em Havana, Lula participará de uma agenda do chamado G77, grupo que congrega os países em desenvolvimento. Esta será a segunda agenda bilateral entre Lula e o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel.


O G77 nas Nações Unidas é uma coalizão de nações em desenvolvimento, que visa promover os interesses econômicos coletivos de seus membros e criar uma maior capacidade de negociação conjunta na ONU.


Duas semanas antes, o assessor para assuntos internacionais do Palácio do Planalto, Celso Amorim, esteve na capital cubana e encontrou com Díaz-Canel. Na época, Amorim disse que o Brasil busca "uma relação de grande amizade" com o país.


Em 2022, o comércio bilateral entre Brasília e Havana totalizou US$ 292,6 milhões (1,4 bilhão), tendo registrado um aumento de 60,3% em relação a 2021. Em 2023, entre janeiro e maio, as exportações, importações e balança comercial registram um superávit para o Brasil de US$ 67,7 milhões (cerca de R$ 329 milhões).


Nos dias em que estará em Nova York, Lula vai ter uma reunião bilateral com o presidente norte-americano, Joe Biden, e defenderão melhores condições de trabalho nos dois países, segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, escreve o jornal.


Marinho disse nesta segunda-feira (28) que os dois líderes "vão lançar uma espécie de manifesto" sobre a necessidade de melhorar as relações trabalhistas, ambiente de trabalho e remuneração.


Durante a reunião, que acontecerá no dia 19, Lula vai abordar com Biden a questão do Conselho de Segurança da ONU, organismo do qual a chancelaria defende uma reforma e ampliação.


Nessa terça-feira (29), o presidente brasileiro afirmou que "estou há mais de 15 anos brigando pela participação no Conselho de Segurança. Agora vou falar com meu amigo Biden 'você pode tratar de começar a defender o Brasil'", disse Lula.


Os dois líderes coordenam políticas diferentes para assuntos de política externa como o conflito na Ucrânia ou a aproximação com a China, mas autoridades brasileiras ouvidas pelo Globo disseram que os líderes estão em sintonia no apoio aos sindicatos em seus países.

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