Anvisa identifica 2 primeiros casos da ômicron no Brasil

Atualizado: 1 de dez. de 2021

(Reprodução)

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reportou nesta terça-feira (30) sobre dois casos de brasileiros infectados pela nova variante do coronavírus, a ômicron, no Brasil. Os primeiros casos estão relacionados a um passageiro brasileiro, vindo da África do Sul, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no dia 23 de novembro.

Ele entrou no território nacional com um exame do tipo RT-PCR negativo para covid-19. Dois dias depois, em 25 de novembro, acompanhado da esposa para retornar à África do Sul, novos exames foram realizados no próprio laboratório do aeroporto, e ambos testaram positivo para covid-19. Nesta terça, após realizar o sequenciamento genético das amostras, o laboratório Albert Einsten informou se tratar da variante Ômicron do Sars-Cov-2.

Agora as amostras passarão por confirmação do Instituto Adolfo Lutz.

A Anvisa ressalta que a entrada do passageiros no Brasil ocorreu antes da notificação mundial sobre a identificação da nova variante, que foi relatada pela primeira vez à Organização Mundial de Saúde (OMS) pela África do Sul no dia 24 de novembro. A entrada também foi anterior à edição da Portaria Interministerial CC-PR/MS/MJSP/MINFRA n° 660, de 27 de Novembro de 2021, que proibiu, em caráter temporário, voos com destino ao Brasil que tenham origem ou passagem pela República da África do Sul e que também suspendeu, em caráter temporário, a autorização de embarque para o Brasil de viajantes estrangeiros, procedentes ou com passagem, nos últimos 14 dias antes do embarque, por esse país.

Restrições

Conforme recomendação da Anvisa, a Portaria Interministerial nº 660, de 27 de novembro de 2021, proibiu voos com destino ao Brasil que tenham origem ou passagem pela República da África do Sul, República de Botsuana, Reino de Essuatíni, Reino do Lesoto, República da Namíbia e República do Zimbábue.

Em 12 países

Até esta terça-feira (30), a nova variante foi foi identificada em pelo menos 12 países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a ômicron como uma “variante de preocupação”. Até o momento, não há indícios de que a variante seja mais letal ou perigosa do que as demais. Segundo a OMS, não há mortes relacionadas a essa mutação.


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