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Após Crivella, mais um do 'QG da Propina' deixa a cadeia


O ex-prefeito Marcelo Crivella e o empresário Rafael Alves durante passeio em Jerusalém, em Israel (Reprodução)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, substituiu a prisão preventiva do empresário Rafael Ferreira Alves por prisão domiciliar. Ele está preso em Bangu desde dezembro do ano passado, quando foi deflagrada a operação que teve como alvo principal o ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos). O empresário é acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) de ser o operador do esquema de corrupção na administração municipal, chamado de "QG da Propina".

Alves é o segundo réu do processo do QG da propina beneficiado por decisão de Gilmar Mendes. O primeiro foi Marcelo Crivella, autorizado por Mendes a deixar a prisão domiciliar em 12 de fevereiro. Com a decisão, o ex-prefeito não precisa mais permanecer em casa com tornozeleira eletrônica, sem acesso a telefone e internet, mas deverá cumprir medidas cautelares como comparecimento periódico à Justiça, proibição de sair do país e de manter contato com outros investigados, além de entregar o passaporte à Justiça.

Já o empresário, beneficiado com prisão domiciliar, deverá ser monitorado por tornozeleira eletrônica, segundo a decisão de Gilmar Mendes.

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