Atentado com homens-bombas em Cabul deixa 72 mortos


(Reprodução)

Atentado do lado de fora do Aeroporto Internacional de Cabul, com duas explosões, deixou 72 mortos, entre afegãos e estrangeiros, sendo 12 soldados americanos, além de dezenas de pessoas fedidas, nesta quinta-feira (26). As explosões foram provocadas por homens-bombas. Horas depois, o grupo terrorista EI-K, braço afegão do Estado Islâmico na Província de Khorasan inimigo comum dos Estados e do Talibã, reivindicou a autoria do atentado.

O Pentágono confirmou 12 soldados americanos mortos e outros 15 feridos.

Em pronunciamento na Casa Branca, o presidente Joe Biden disse que os Estados Unidos "não esquecerão nem perdoarão" os terroristas.

"Para aqueles que realizaram este ataque, assim como para qualquer um que deseje mal à América, saibam: Não perdoaremos. Nós não esqueceremos. Vamos caçá-lo e fazê-los pagar. Defenderei nossos interesses com todas as medidas que estiverem ao meu alcance", disse Biden.

O Talibã, que tomou o poder no Afeganistão há dez dias, condenou "veementemente" o ataque, segundo o porta-voz talibã Zabihullah Mujahid.

Mais cedo, John Kirby, porta-voz do Pentágono, confirmou no Twitter que ocorreu uma explosão, dizendo que "era incerto o número de vítimas neste momento".

"Podemos confirmar que a explosão no portão da Abbey (principal local de acesso ao aeroporto) foi o resultado de um ataque complexo que resultou em várias vítimas americanas e civis."

"Podemos confirmar pelo menos uma outra explosão no hotel Baron ou próximo a ele, a uma curta distância do portão da Abadia. Continuaremos atualizando".

A segunda explosão teria ocorrido perto do hotel onde se reuniram cidadãos norte-americanos para serem evacuados do país.

O aeroporto internacional Hamid Karzai é a única porta de saída do país para milhares de estrangeiros e afegãos que tentam embarcar nos voos de retirada organizados pelos países ocidentais

No entanto, apesar da situação caótica vivida na capital afegã, aeronaves continuam a decolar do aeroporto de Cabul após as explosões na cidade.

Biden:


Com informações da Sputnik



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