Auxílio emergencial continua, mas pela metade


Presidente Jair Bolsonaro anuncia auxílio emergencial no novo valor de R$ 300 por 4 meses (Marcos Corrêa/PR)

O auxílio emergencial de R$ 600, voltado principalmente para os trabalhadores de baixa renda, informais e desempregados durante a pandemia, será mantido por mais quatro meses, mas apenas pela metade. O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (1º), após reunião com ministros e líderes do Congresso, que o auxílio será prorrogado até o final do ano com o novo valor, agora de R$ 300. Bolsonaro disse que esse valor "atende" o que se espera de um programa emergencial.

Bolsonaro, que defendia um auxílio de R$ 200 no início da pandemia e foi vencido pela mobilização do Congresso em torno dos R$ 600, usou o Bolsa Família como referência para dizer que o novo valor do auxílio da pandemia "é um pouco superior a 50%" daquele programa de renda mínima. Segundo o governo, o auxílio tem cerca de 66 milhões de beneficiários.

Mínimo reduzido

Na segunda-feira, o governo enviou para o Congresso proposta orçamentária para o ano que vem, reduzindo de R$ 1.079 para R$ 1.067 o valor do salário mínimo em 2021. Pelo segundo ano seguido, não haverá aumento real do mínimo.

Cerca de 41 milhões de brasileiros - aposentados, pensionistas e trabalhadores com carteira assinada - recebem o salário mínimo. Desses, 35 milhões (70% do total) são beneficiários da Previdência Social e outros 6 milhões trabalham com carteira assinada.

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