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Bolsonaristas desmontam acampamento na porta do QG


(Reprodução)

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro começaram a desmontar o acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, nesta segunda-feira (2), um dia após Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomar posse como presidente da República.


Vídeos divulgados nas redes sociais, mostram o esvaziamento no acampamento e a falta de atividade dos manifestantes que ocupavam o local.


A desmobilização começou já no dia 30, após Bolsonaro divulgar sua última live, antes de embarcar para os EUA. Frustrados com o ex-presidente, alguns apoiadores começaram a deixar o acampamento.


Porém, uma grande parcela permaneceu no local. Muitos cultivavam a expectativa de que o então vice de Bolsonaro Hamilton Mourão decretasse uma intervenção federal em seu discurso de fim de ano, no dia 31.


A partida de Bolsonaro, a crítica de Mourão aos pedidos por uma intervenção federal e a posterior posse de Lula fizeram minguar o ânimo dos que permaneceram no acampamento, e muitos começaram a desmontar as barracas na manhã desta segunda-feira.

"São 15 dias de dedicação patriótica. Ninguém aqui acreditava que esse petista (Lula) iria subir a rampa. Estou triste porque fiz muitos amigos aqui, e agora sinto que é a hora de voltar para casa. Já deu. Não tem como lutar mais. Não chegaram as instruções que esperávamos do nosso capitão", disse ao Globo uma bolsonarista que não quis se identificar.

Filhos 02 e 03 esculacham discurso de Mourão

Tradicionalmente, o discurso de fim de ano é feito pelo presidente da República, mas a tarefa foi delegada a Mourão. Sem mencionar Bolsonaro, Mourão detonou, em rede nacional de rádio e televisão, a gestão anterior, a contestação dos resultados da eleição e as insinuações e apelos por um golpe de Estado.


Após o discurso, bolsonaristas radicais passaram a classificar Mourão como "traidor" nas redes sociais.


Dois dos filhos do ex-presidente usaram as redes sociais para esculachar a fala do general.


O filho 02, vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ),) disse que não esperava menos "desse que sempre soube que era um bosta".


Com emoji de cocô na postagem, o filho 03, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), afirmou que "máscaras caem", referindo-se à crítica tardia do general ao governo do pai, e do qual participou.


No discurso, sem citar o nome de Bolsonaro, Mourão criticou a postura do ex-presidente pelo fato de ter motivado reações golpistas de seus apoiadores.


“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e desagregação social e, de forma irresponsável, deixaram que as Forças Armadas, de todos os brasileiros, pagassem a conta, para alguns por inação e por outros por fomentar um pretenso golpe”, disparou.


"A partir de 1º de janeiro mudaremos de governo, mas não de regime. Manteremos nosso caráter democrático", disse ainda o agora senador eleito pelo Rio Grande do Sul.



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