Bolsonaro dá posse a Queiroga como ministro da Saúde


(Reprodução)

Anunciado desde 15 de março como novo ministro da Saúde, finalmente o médico Marcelo Queiroga tomou posse nesta terça-feira (23) no Palácio do Planalto, em cerimônia discreta que não constava na agenda oficial do presidente Jair Bolsonaro.

Quarto ministro da Saúde desde o início da pandemia há um ano, Queiroga voltou a discursar dando ênfase à preservação da atividade econômica - preocupação natural e óbvia de todos os países que enfrentam a pandemia do coronavírus, mas apregoada por Bolsonaro como prioridade frente a preservação de vidas humanas.

"É preciso unir esforços do enfrentamento da pandemia com a preservação da atividade econômica", disse o novo ministro, que substitui o general Eduardo Pazuello no pior momento da pandemia, quando o Brasil bate recordes sucessivos de mortes e contaminações. Nesta terça, o país soma mais de 295 mil mortes pela Covid-19.

Na semana passada, Queiroga afirmou que seria preciso "união da nação" para enfrentar a "nova onda" da pandemia.

Nesta terça, em seu pronunciamento, o médico cardiologista defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) e citou a importância das "evidências científicas" em futuras ações do ministério.

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga teve como antecessores, além de Pazuello, os médicos Luiz Henrique Mandetta - deputado do DEM-MS - e Nelson Teich, demitidos por se chocarem com a política de não-isolamento social de Bolsonaro.

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