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Bolsonaro fica em silêncio em depoimento à PF sobre golpe

  • 22 de fev. de 2024
  • 2 min de leitura

(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 22 aliados, incluindo os ex-ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional-GSI), Braga Netto (Defesa), Anderson Torres (Justiça), o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foram à sede da Polícia Federal, nesta quinta-feira (22), para prestar depoimento sobre a trama de um golpe de Estado no fim de 2022 para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e manter Bolsonaro no poder.


Bolsonaro chegou à sede da PF em Brasília por volta das 14h20. Durante a arguição, Bolsonaro permaneceu em silêncio. A duração foi de 15 minutos.


Por estratégia da PF, todos os investigados deveriam depor de forma simultânea - 14 deles em Brasília, quatro no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, um no Paraná, um em Minas Gerais, um no Mato Grosso do Sul e outro no Espírito Santo. Com isso, os investigadores pretendem evitar a combinação de versões.


De acordo com a Folha de São Paulo, outros investigados também deixaram a PF, pouco depois do horário do início dos depoimentos, o que indica que eles também optaram por ficar em silêncio. Apenas Valdemar Costa Neto e Anderson Torres destoaram e responderam às perguntas da PF durante o depoimento sobre a trama golpista contra a eleição de Lula.


Os depoimentos fazem parte da operação Tempus Veritatis, deflagrada pela PF há duas semanas.


No último dia 15, a PF informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro enviou dinheiro aos Estados Unidos para bancar despesas enquanto aguardava o golpe de Estado com base na apuração da venda ilegal de joias e presentes para a Presidência da República pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, a mando de Bolsonaro.


De acordo com as apurações, a quebra de sigilo bancário do ex-mandatário mostrou uma operação de câmbio no valor de R$ 800 mil.


No último dia 8, a PF já havia prendido e executado mandados de busca contra aliados militares e civis do ex-presidente. No mesmo dia, Bolsonaro foi ordenado a entregar seu passaporte para não fugir do país.


A operação Tempus Veritatis apura uma suposta organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito para obter vantagem de natureza política com a manutenção de Jair Bolsonaro no poder.


Com i Sputnik Brasil

 
 
 

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