Brasileira é uma das vítimas da Basílica de Notre Dame


(Divulgação/Lavage de la Madeleine)

O Consulado Geral do Brasil em Paris confirmou que uma das vítimas mortas a faca no atentado terrorista na basílica Notre-Dame de Assunção, em Nice, era a brasileira Simone Barreto Silva. Nascida em Salvador (BA), Simone, tinha 44 anos, morava na França há 30 e deixou três filhos.

Um dos proprietários do restaurante l’Unik, onde Simone chegou completamente ensanguentada, Brahim Jelloule, falou à TV France Info, ainda em estado de choque, que esteve em contato com Simone nas sua última hora e meia de vida. “Ela atravessou a rua, toda ensanguentada, e meu irmão e um dos nossos funcionários a recuperaram, a colocaram no interior do restaurante, sem entender nada, e ela dizia que havia um homem armado dentro da igreja.

Macron: 'França sob ataque terrorista'

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta quinta-feira (29) que a França está "sob ataque terrorista novamente" após o atentado que ocorreu na cidade de Nice, no sul do país.

O presidente francês fez um pronunciamento à imprensa e disse que o país foi atacado em razão de "seus valores, de liberdade e do seu desejo de não ceder ao terror".

"Mais uma vez são os católicos que são agredidos em nosso país", afirmou Macron.

Macron anunciou que o governo francês vai intensificar o envio de soldados e policiamento para proteger locais importantes no país, incluindo escolas e templos religiosos.

"Decidimos aumentar a postura de vigilância em toda a França para nos adaptarmos à ameaça terrorista", disse o presidente.

O ataque a faca deixou três mortos, entre eles a brasileira, e vários feridos na Basílica.

Uma das vítimas foi decapitada e o suspeito foi atingido por tiros e morreu.

Duas horas depois do ataque em Nice, um homem armado com uma faca ameaçou policiais na cidade francesa de Avignon, gritando "Allahu Akbar", segundo publicou o site Europe 1.

Após ser atingido por tiros, o suspeito foi morto.

A França vem sofrendo uma onda de ataques desde a morte de Samuel Paty, professor que mostrou uma charge de Maomé em uma aula sobre liberdade de expressão e foi morto decapitado em um atentado.


Com a Sputnik

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