Caminhoneiros ameaçam parar o Brasil se diesel não cair


(Fotos Públicas)

Lideranças de caminhoneiros de todo o Brasil se reuniram no Rio de Janeiro no sábado e decidiram que, caso as suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro em até 15 dias, a categoria vai entrar em greve a partir de 1º de novembro. A principal reivindicação é a redução do preço do óleo diesel, hoje vendido em média a R$ 4,961, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Os caminhoneiros exigem ainda a volta da aposentadoria especial, concedida após 25 anos de contribuições previdenciárias, a tabela de frete e um "piso mínimo de frete".

"Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder", afirmou Luciano Santos Carvalho, do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira(Sindicam), citado pelo UOL. "Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí", disse Carvalho.

Wallace Landim, o Chorão, uma das principais lideranças de caminhoneiros autônomos do país e presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), confirmou a paralisação em entrevista ao UOL.

"A nossa categoria está na beira do abismo. Hoje ficou decidido que estamos em estado de greve pelos próximos dias. E se as nossas reivindicações, principalmente com relação ao preço do diesel, não forem aceitas, a gente começa uma greve no dia 1º", afirmou Chorão.

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