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Casarão da Alameda: 'Momento histórico', define Giordano


O vereador e ex-secretário das Culturas, Leonardo Giordano, em frente ao Casarão da Alameda / Felipe Xavier

“Nosso mandato sempre lutou por este espaço público de cultura na Zona Norte. É um momento histórico para a cidade”, celebrou Leonardo Giordano após a realização do primeiro evento no casarão no Fonseca, que sediará o futuro Centro Cultural público na Zona Norte de Niterói. O vereador Leonardo Giordano, presidente da Comissão de Cultura, Comunicação e Patrimônio Histórico da Câmara, celebrou a conquista para a cidade e relembrou a luta para que o local fosse destinado à população.


Em vídeo publicado em suas redes sociais, Giordano destacou o marco histórico e a importância de ter um espaço público de cultura na região: “Pessoal, hoje é um dia histórico: aqui atrás de mim está o casarão que vai ser o primeiro centro cultural da história na Zona Norte de Niterói”, afirmou “Vocês sabem que eu sempre lutei para descentralizar os investimentos e para que a gente tivesse equipamentos públicos de cultura nos bairros, especialmente os periféricos ou ao lado de comunidades. E eu defendo que isso aconteça em todo o estado do Rio de Janeiro, em cada região, em cada município, com centros culturais públicos estaduais sendo garantidos. A gente faz isso porque cultura é direito, gera emprego. E esse casarão, quando estiver funcionando, vai modificar o seu entorno, atrair novos investimentos e, ao mesmo tempo, garantir a cultura e as expressões das diversas linguagens populares aqui.”


O secretário municipal das Culturas, Alexandre Santini, lembrou a longa trajetória para a conquista do espaço.


“É sempre importante dizer que você começou essa batalha lá atrás, como vereador, como presidente da Comissão de Cultura – por meio de indicações legislativas, e foi fundamental para essa conquista. Foi uma batalha judicial que atravessou também a sua gestão na Secretaria das Culturas. Então, a gente tem muito orgulho de dar continuidade e estar podendo hoje consolidar essa iniciativa. A gente precisa de um gestor cultural na Alerj para levar essa política, para levar a descentralização, levar essa compreensão ampla de cultura para todo o estado do Rio de Janeiro. Isso está sendo feito Niterói. É possível fazer no estado, mas a gente precisa de um gestor, de um deputado estadual que tenha esse entendimento, que tenha essa sensibilidade, e que coloque a cultura no centro do seu projeto político.”

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