Caso Henry: frieza de Monique impressiona até policiais


(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Presos em cadeias diferentes, o vereador Jair Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, no Bangu 8, na Zona Oeste do Rio, e Monique Medeiros, no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, vão ficar isolados por 14 dias antes de terem contato com outros detentos. Porém, mesmo após quarentena, Monique deve continuar isolada, pois não foi bem aceita pelas outras detentas.

Para quem morava em condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Monique terá uma cela com cerca de seis metros quadrados, com uma beliche com colchões, onde ela poderá armazenar seus produtos de higiene. No espaço terá também pia, um vaso sanitário e um chuveiro de água fria. Também por conta da pandemia, Monique e Jairinho não poderão receber visitas. A exceção são os advogados, que devem ser recebidos em salas específicas.

O que mais chamou atenção nas atitudes da professora Monique Medeiros foi a demonstração de frieza. Na manhã de quinta-feira antes de ser levada presa, Monique teria trocado de roupa três vezes antes de decidir pela roupa social e calça de cores escuras. Do trajeto entre a casa em que se encontrava, em Bangu, até a delegacia impressionou os agentes pela calma e cabeça erguida, inclusive no momento em que ouviu gritos e xingamentos de populares próximo ao local.

Soma-se a esses episódios a ida ao salão de beleza de um shopping na Barra da Tijuca, um dia após o enterro do filho, Henry, de 4 anos. Três profissionais cuidaram dos pés, das mãos e do cabelo de Monique, que pagou R$ 240 pelo serviço.

De acordo com as investigações, ela teria pleno conhecimento de que seu filho era agredido e pode ter ajudado o seu companheiro, Jairinho, a atrapalhar as diligências policiais e até coagido e ameaçado testemunhas.

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