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CGU torna ex-presidente da Fundação Palmares inelegível por assédio


O ex-presidente da Fundação Cultural Palmares Sérgio Camargo está inelegível por oito anos e não poderá ser indicado para cargos em comissão ou funções de confiança no Poder Executivo Federal pelo mesmo prazo.


A sanção de destituição de cargo em comissão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17), após a conclusão do processo administrativo disciplinar (PAD) instaurado para apurar a prática de assédio moral pela Controladoria-Geral da União (CGU).


Segundo a CGU, foram comprovadas condutas praticadas por Sérgio Camargo como violação da moralidade administrativa por promover demissões de terceirizados por motivos ideológicos, uso do cargo para contratar empregado terceirizado e tratamento sem urbanidade a diretores e coordenadores hierarquicamente subordinados.


Bolsonarista, Sérgio Camargo foi nomeado para o cargo em novembro de 2019. Ele teve a nomeação suspensa pela Justiça por desvio de finalidade, mas retornou à presidência da Fundação Palmares em fevereiro de 2020, após liberação do Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Em maio, o órgão voltou a recusar o pedido de afastamento. Ele saiu da presidência da fundação em março de 2022.


Opositor do movimento negro

Sérgio Camargo é crítico do movimento negro, a quem já chamou de "escória maldita". Também nega o papel histórico desempenhado pelo líder quilombola Zumbi dos Palmares, que dá nome à fundação que ele presidiu.


Em tuíte fixado em seu perfil, Camargo diz que "negros são livres" e não precisam de "movimento", "esmola estatal" e "cota racial". No passado, afirmou que a escravidão tinha sido "benéfica" para os descendentes e que o Dia da Consciência Negra deveria ser abolido.


Com a Sputnik

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