China adverte que sanções agravam conflitos na Ucrânia


(Sputnik)

A China se opõe a qualquer ação, inclusive as sanções econômicas contra a Rússia, que não contribua para resolver a situação na Ucrânia, e que leve ao seu agravamento, disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, em uma conversa por telefone neste sábado (5) com o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

"A China rejeita todas as ações que não favorecem o avanço de uma solução diplomática, mas colocam lenha na fogueira e levam a uma escalada da situação", afirmou Wang Yi.

Ele insistiu que a crise ucraniana só pode ser resolvida através do diálogo e da negociação.

"Pedimos aos Estados Unidos, OTAN [Organização do Tratado Atlântico Norte], União Europeia e Rússia que se engajem no diálogo em pé de igualdade e abordem as contradições e problemas que se acumulam há muitos anos", disse o diplomata.

Ao mesmo tempo, ele pediu uma séria consideração do impacto negativo da expansão da OTAN para o leste no contexto de segurança da Rússia.

Wang Yi também pediu a construção de um mecanismo de segurança europeu equilibrado, eficaz e sustentável, de acordo com o princípio da indivisibilidade da segurança.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, os ataques militares não são dirigidos contra instalações civis, mas buscam desativar a infraestrutura de guerra. Muitos países condenaram veementemente a intervenção da Rússia na Ucrânia e ativaram várias baterias de sanções individuais e setoriais.


Com a Sputnik

300x250px.gif
728x90px.gif