China pressiona EUA pela libertação imediata de Maduro e sua esposa
- 4 de jan.
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O governo da China expressou neste domingo (4) sua "grande preocupação" pela captura forçada do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, e pediu que os Estados Unidos libertem imediatamente o casal, que está sendo mantido sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.
Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).
No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.
"A China insta os Estados Unidos a garantirem a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, a libertá-los imediatamente, a interromperem a derrubada do governo venezuelano e a resolverem as questões por meio do diálogo e da negociação", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. No sábado (3), o MRE da China já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação militar estadunidense.
“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.
Uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas deve acontecer nesta segunda-feira (5) para discutir a situação da Venezuela.
Com a Agência Brasil









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