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Ciclone extratropical deixa 21 mortos no RS; Lula se solidariza


Passo Fundo ficou completamente alada com a passagem do ciclone tropical (Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou solidariedade ao povo gaúcho, nesta terça-feira (5), em razão da tempestade que atinge o norte do Rio Grande do Sul desde a madrugada desta segunda-feira (4). Ao menos 21 pessoas morreram em decorrência do ciclone extratropical que atingiu principalmente as cidades de Mato Castelhano, Passo Fundo e Ibiraiaras e várias regiões do norte gaúcho estão inundadas, com bloqueios e às escuras. Segundo informações da Defesa Civil , o fenômeno provocou alagamentos e destruição em 55 cidades gaúchas.


As fortes rajadas de vento e o aumento do nível dos rios fizeram com que ao menos 426 pessoas ficassem desabrigadas, segundo o governo do Rio Grande do Sul..

(Reprodução)

De acordo com o presidente da república, representantes da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil se encaminharam ao Rio Grande do Sul, colocando o governo federal à disposição para “ajudar naquilo que for necessário”.


“Onde tiver um problema, o governo federal estará lá para ajudar as pessoas a se salvar desses problemas. Portanto, nossa solidariedade ao povo gaúcho. Peço a Deus que diminua a chuva porque as pessoas precisam ter paz, tranquilidade e sossego para continuar vivendo bem, trabalhando e curtindo a vida como é de direito de todo mundo”, disse Lula durante o programa semanal Conversa com o Presidente, transmitido pelo Canal Gov.


Lula lembrou que, no primeiro semestre, uma comitiva de ministros esteve no estado para ver os prejuízos com a estiagem que afetou 400 municípios e impactou a produção agrícola. Em fevereiro, o governo federal liberou R$ 430 milhões para ações de mitigação. Em março, 12 cidades gaúchas afetadas pela seca receberam socorro de mais R$ 2,2 milhões.

Presidente Lula no programa Conversa com o Presidente, apresentado pelo jornalista Marcos Uchôa (Canal Gov)

Para o presidente, essas ocorrências extremas são um alerta de que a questão do clima não é uma questão menor. “Não é uma questão de professor de universidade, não é uma questão de ambientalista, é uma questão da humanidade, do planeta estar sofrendo as consequências da irresponsabilidade do ser humano”, disse, reafirmando que tem o projeto de colocar o tema das mudanças climáticas no currículo escolar.


“Para que as crianças possam, desde cedo, ter uma noção da importância da gente preservar a natureza, da gente cuidar da natureza. Nós temos que cuidar das árvores, temos que cuidar das águas, da fauna, mas temos que cuidar do ser humano, porque se ele não estiver bem ele é destruidor”.


Com informações da Agência Brasil

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