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Cientistas criam grânulos capazes de retardar o envelhecimento



Cientistas da Universidade Estatal de São Petersburgo (SPbGU), na Rússia, em parceria com pesquisadores da Universidade de Teerã, no Irã, desenvolveram um sistema inovador de liberação de substâncias biologicamente ativas baseado em grânulos poliméricos comestíveis. A informação foi divulgada no site da instituição russa.


A tecnologia permite aumentar a eficiência da absorção de antioxidantes — substâncias que retardam processos oxidativos no organismo, associados a danos celulares, ao desenvolvimento de diversas doenças e ao envelhecimento precoce.


Segundo os pesquisadores, muitos compostos biologicamente ativos, como os antioxidantes, se degradam rapidamente no ambiente agressivo do estômago, o que reduz sua eficácia. Para contornar esse problema, o novo sistema protege a substância e garante sua liberação gradual no intestino, ampliando o efeito terapêutico e reduzindo a necessidade de ingestões frequentes.


No estudo, os químicos sintetizaram nanopartículas inorgânicas de hidroxiapatita e boemita com diferentes tamanhos e formatos, além de desenvolverem uma metodologia para a produção dos grânulos poliméricos. De acordo com a líder do projeto, a professora associada do Departamento de Química Geral e Inorgânica da SPbGU, Olga Osmolovskaia, o ponto central da pesquisa foi o controle das propriedades dos grânulos por meio da variação dos parâmetros dessas nanopartículas.


A proposta se baseia no uso de grânulos de alginato de sódio, um polímero amplamente empregado na indústria alimentícia, combinado a nanopartículas de materiais biocompatíveis, como a hidroxiapatita e a boemita.


"Descobrimos que é muito eficaz incorporar substâncias biologicamente ativas em grânulos poliméricos que contenham nanopartículas. Na superfície dessas partículas há átomos de cálcio e alumínio que interagem com as moléculas do alginato e da substância ativa. Essa interação melhora a estrutura dos grânulos, influencia seu comportamento no intestino e regula a velocidade de liberação dos compostos", explicou uma das autoras do estudo, Ksenia Mechina.


A equipe iraniana, liderada pelo professor da Universidade de Teerã, Hadi Razavi, forneceu o antioxidante utilizado nos testes: um extrato da planta borragem. As folhas da planta apresentam propriedades anti-inflamatórias e leve efeito diurético, além de ação calmante sobre as mucosas do trato gastrointestinal e das vias respiratórias.


Fonte: TV BRICS

 
 
 
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