Cientistas russos usam carapaças de algas para captar luz
- 24 de jul. de 2025
- 1 min de leitura
Pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia de Skolkovo (Skoltech), em colaboração com outros especialistas, identificaram um efeito óptico em algas diatomáceas que pode servir de base para novas tecnologias nas áreas de energia solar, fotônica e biossensores. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa da Skoltech, parceira da TV BRICS.

Os padrões nas carapaças das algas unicelulares da espécie Coscinodiscus oculus-iridis revelaram-se não apenas esteticamente impressionantes, mas também altamente funcionais. Cientistas descobriram que essas estruturas possibilitam a utilização do chamado efeito Talbot: um fenômeno de difração que faz com que a luz se concentre no interior da carapaça. Acredita-se que esse mecanismo aumente a eficiência da captação da luz solar para a fotossíntese.
"É possível que façam isso graças à disposição otimizada dos cloroplastos que absorvem luz", observou o autor principal do estudo, Serguei Diakov, professor do Centro de Física de Engenharia da Skoltech.
As propriedades únicas dessas algas estão inspirando os pesquisadores a desenvolver novas soluções tecnológicas, desde revestimentos fotossensíveis e sensores até componentes de painéis solares e sistemas de fotossíntese artificial capazes de transformar luz solar em combustível.
Fonte: TV BRICS, parceira do TODA PALAVRA









Comentários