Ciro confirma presença no ato contra Bolsonaro dia 12/9

Atualizado: 10 de set. de 2021

O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT), afirmou em seu Twitter, na tarde desta quinta-feira (9/9), que pretende participar das manifestações do dia 12 de setembro, na Avenida Paulista, a partir das 14h. Sobre o fato de o ato ser organizados por movimentos de direita, como o MBL e o Vem Pra Rua, Ciro escreveu:

Reprodução / Facebook

“Esta luta não é mais um símbolo ou uma metáfora, mas um embate real em defesa da justiça e da liberdade. Ela está acima de pessoas, de partidos ou posicionamentos ideológicos. Estamos às voltas com duas ameaça mortais: uma é a Covid e outra Bolsonaro.Temos que enfrentar as duas, mesmo que, em alguns momentos, as táticas de vencê-las se conflitem. Iremos para as ruas com todas as cautelas sanitárias, mas com todo destemor cívico. Ou seja: com máscara no rosto e coragem no coração!”.


E completou:


“Irei à manifestação do dia 12 na Avenida Paulista e sempre tentarei ir a outras manifestações que forem convocadas contra Bolsonaro. Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente, há algo maior que tudo: o futuro do Brasil e da nossa democracia”, defendeu o ex-ministro.


Além de Ciro, cofirmaram presença o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o cantor Tico Santa Cruz e o deputado federal Orlando Silva, do PCdoB.


Centrais sindicais


Dirigentes de quatro centrais sindicais divulgaram nota nesta quarta-feira (8/9) anunciando que os trabalhadores comparecerão ao movimento no dia 12. Na nota, eles repudiam os atos golpistas capitaneados pelo presidente Jair Bolsonaro e defendem o 'impechment já'.

Reprodução

Assinam o texto as lideranças da Força Sindical, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).


“É inquestionável que o objetivo do presidente e de seus apoiadores é dividir a Nação, empurrar o País para a insegurança, o caos e a anarquia, resultado da reiterada incitação ao rompimento da legalidade institucional, do descumprimento dos preceitos contidos na nossa Constituição democrática”, diz a nota.

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