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Cloroquina está associada a risco de distúrbio mental, diz agência europeia


Presidente Jair Bolsonaro defendeu sistematicamente o uso de cloroquina contra o coronavírus (Reprodução)

Em comunicado divulgado pelo seu comitê de segurança após revisar todos os dados disponíveis sobre cloroquina e hidroxicloroquina, a agência de medicamentos da União Europeia (EMA, na sigla em inglês) alertou que o uso desses medicamentos está associado ao risco de distúrbios psiquiátricos e comportamentos suicidas.


Os medicamentos chegaram a ser considerados para eventual tratamento contra a covid-19, mas estudos científicos descartaram sua eficácia no combate à doença. Apesar da desaprovação científica, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se manteve na defesa do uso desses medicamentos, tradicionalmente usados contra malária e lúpus, no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus. "A revisão havia sido iniciada em maio de 2020, após a EMA ter sido informada pela Agência de Medicamentos da Espanha sobre seis casos de desordens psiquiátricas em pacientes com covid-19 que haviam recebido doses de hidroxicloroquina acima do autorizado", diz o comunicado, segundo a ANSA.


"Já se sabe que a cloroquina e a hidroxicloroquina, mesmo utilizadas em doses aprovadas para indicações autorizadas, podem causar um amplo espectro de transtornos psiquiátricos. Distúrbios psicóticos e comportamentos suicidas estão listados na bula de alguns medicamentos contendo cloroquina ou hidroxicloroquina como efeitos colaterais raros ou de frequência desconhecida", afirma a EMA.


"O comitê recomenda a atualização das bulas desses medicamentos para fornecer informações melhores a profissionais de saúde e pacientes sobre o risco de comportamentos suicidas e desordens psiquiátricas", diz ainda o comunicado da agência europeia.

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